Para Machado, a confraria nasce com o
intuito de estimular o maior entrosamento, o congraçamento e a
familiaridade entre os profissionais de Economia. “Foi um momento coroado
de um excelente convívio, troca de experiências e muita emoção, pois o
trabalho que gerou essa situação é fruto de um longo caminho percorrido: o
da valorização e o da visibilidade aos economistas que atuam no mercado
como profissionais liberais. O caminho só está iniciando, temos muito mais
a fazer em relação ao compromisso assumido por mim e pelo Geraldo que é a
paixão pela profissão e o compromisso com o colega Economista”, finalizou
o presidente do Conselho.
O idealizador Gilberto Silva acredita
que o evento atingiu a finalidade a que se propunha: um espaço para
conversar sem formalidades. “O sentimento que se pôde observar entre os
presentes foi de que o encontro estava maravilhoso”, resumiu.
O colega Aristóteles Galvão, que esteve
na linha de frente da organização ao lado de Gilberto, acredita que o
primeiro encontro deixou claro que conhecimento pode ser adquirido de uma
forma mais descontraída. “Não houve protocolos e conseguimos unir
economistas de diferentes segmentos de atuação para um bate-papo informal,
mas muito proveitoso”, assinalou Aristóteles, lembrando que o formato do
próximo encontro será definido pelos colegas. “Vamos ver se eles querem um
encontro mais formal, ou se a informalidade realmente foi uma boa opção”.
O economista Tiago Johann, de Lajeado,
achou a iniciativa muito interessante e lamentou ser o único representante
do interior ao evento. “A troca de experiências nos fortalece. Quanto mais
juntos estivermos mais forte estará o grupo. Isso sem falar no momento de
descontração que nos foi proporcionado”, enfatizou.
Para a gaúcha Simone Magalhães que há
quatro anos reside em Montes Claros, em Minas Gerais, a primeira Confraria
demonstra, claramente, o quanto estão comprometidos com a profissão os
colegas do Rio Grande do Sul. “Mostramos que não somos apenas técnicos,
mas também somos pessoas que trabalham com o coração, com o orgulho,
demonstrado inicialmente nas lágrimas do Machado e seguido por tantas
outras, inclusive as minhas”, avalia Simone, reforçando o seu orgulho de
integra a CAAPPE.qewrpiunfrar
Outros colegas como a economista Cláudia
Ballejo, também se manifestaram mandando e-mails ao Conselho. Ela acredita
que a Confraria representa um marco para ela que atua na profissão há 19
anos e para todos que participaram e que, por duas horas, confraternizaram
sentimentos e objetivos em comum. O economista Paulo Dora mandou mensagem
elogiando a organização e o trabalho da equipe do CORECON/RS e desejando
que o encontro seja realizado, pelo menos, uma vez ao mês.
“O encontro da Confraria dos Economistas
representou para mim, a chance de uma partilha informal e espontânea de
conhecimentos e experiências com economistas das mais diversas áreas de
atuação. Encontros como esse, revelam a natureza plural da profissão e o
papel agregador do CORECON/RS”, diz o economista e conselheiro Sérgio
Monteiro. O conselheiro assinalou que do ponto de vista profissional,
costumava se definir como professor de Economia. “A minha experiência no
CORECON/RS me fez sentir de fato um economista”, revela.
