LIVE: "O Agro gaúcho é pop e tech? Os hábitos do produtor rural 4.0 do RS e o protagonismo feminino no campo", com o publicitário e economista Alberto Meneghetti, a economista Debora Chagas e a jornalista Alessandra Bergmann


O publicitário e economista ALBERTO MENEGHETTI (CMO da Neodigital e Diretor da Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio/ABMRA), e a economista DEBORA CHAGAS (Coordenadora estadual de startups do Sebrae-RS) e a jornalista ALESSANDRA BERGMANN (Apresentadora do Momento Agro/SBT-RS e do programa Campo e Batom/Rádio Press) participam de live, nesta quinta-feira, dia 30, às 19 horas. Abordarão o tema “O Agro gaúcho é pop e tech? Os hábitos do produtor rural 4.0 do RS e o protagonismo feminino no campo”, dentro do projeto “Força-tarefa: economistas falam à sociedade gaúcha”, promovido pelo Corecon-RS.

Acesse pelo link facebook.com/coreconrs/

Curriculum

Alberto Meneghetti
Economista, graduado pela PUC-RS, e publicitário. É fundador e CMO da Neodigital (www.neodigital.live) e Diretor da Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio – ABMRA. Conselheiro da Associação Latino-Americana de Publicidade (ALAP)) e articulista da Revista Advertising. Foi jurado dos principais festivais de publicidade do Brasil e do Clio Awards e representou a ALAP como jurado e conferencista em festivais internacionais, dentro do projeto que coordena nesta entidade, o “Publicitários Sem Fronteiras”. É membro da Comissão de Inovação da Farsul e um dos coordenadores do projeto HackatAgro (www.hackatagrocom).

Debora Chagas

Economista, graduada pela UFSM, e pós graduada em Gestão Empresarial pela USP. É coordenadora estadual de startups do Sebrae-RS. Especialista em negócios digitais e startups tendo conhecido muitas experiências pelo mundo como Vale do Silício, Londres, Lisboa e Bangalore. Recentemente participou de um programa de imersão em inovação em economia digital nos EUA a convite do governo americano - chamado IVLP.

Alessandra Bergmann
Jornalista e especialista em agronegócio, com pós-graduação em Comunicação Organizacional e Mercadológica, pela UCPel. É apresentadora do Momento AGRO no canal SBT-RS e do Programa Campo e Batom, na rádio Press, voltado para Mulher Rural Brasileira tema o qual, também estuda e pesquisa.

 

Cofecon cria Avatar em comemoração ao Dia do Economista

O Dia do Economista é comemorado em 13 de agosto e, como forma de celebrar a data e incentivar o engajamento dos profissionais nas redes sociais (Facebook e Twitter), o Conselho Federal de Economia (Cofecon) disponibilizou um avatar comemorativo para personalizar a foto de perfil dos usuários.

Para incluir o tema comemorativo à sua foto de perfil no Facebook, acesse: facebook.com/profilepicframes/?selected_overlay_id=3059863390735793

Para incluir à sua foto do Twitter, acesse: twibbon.com/Support/dia-do-economista-2020-3 e faça login com sua conta.

Se engaje conosco e mostre que você tem #OrgulhoDeSerEconomista

https://www.cofecon.org.br/2020/07/28/use-o-avatar-do-dia-do-economista-no-facebook/


Sobre a Campanha Dia do Economista 2020

A Campanha deste ano destacará a importância dos economistas diante da crise econômica provocada pelo novo coronavírus. As peças de comunicação irão abordar que são profissionais estratégicos para planejar alternativas econômicas para empresas públicas e privadas diante de uma fase marcada por incertezas e recessão.

A ideia é ressaltar que a sociedade pode contar com um economista para recuperação econômica com desenvolvimento social; para elaborar soluções e estratégias para empresas; para reconstruir histórias de negócios; e para planejar recomeços em finanças pessoais.

A iniciativa também ressalta a importância da conectividade nas relações de trabalho, potencializada com a pandemia. Por conta do isolamento social, muitas empresas aderiram ao home office, escolas e universidades passaram a ministrar aulas e cursos online. As pessoas estão cada vez mais conectadas para trabalhar se relacionar.

 

Economistas Peritos criam Grupo de whatsapp

Caro colega, Economista Perito:

Criamos o grupo de Economista Peritos do RS, com o objetivo de permitir o compartilhamento de conhecimentos e a troca de experiências entre os profissionais da área de atuação da Perícia Judicial, assim como, também, na solução de dúvidas cotidianas da área de Perícia econômico-Financeira.

Para fazer parte do Grupo, clique no link abaixo. Ao entrar, identifique-se com seu nome completo, cidade e número do Registro no Corecon.
https://chat.whatsapp.com/JBGfNMK4Bz08PJkgWXDkTO

LIVE: " Economia Comportamental e as políticas públicas em saúde", com os economistas Giácomo Balbinotto, Bernardo Nunes e Patrícia Schütz


Os economistas GIÁCOMO BALBINOTTO NETO (Professor da UFRGS, orientador de Doutorado e Mestrado), BERNARDO FONSECA NUNES e PATRÍCIA ALVES SCHÜTZ participam de live, nesta quinta-feira, dia 23, às 19 horas. Abordarão o tema “Economia Comportamental e as políticas públicas em saúde”, dentro do projeto “Força-tarefa: economistas falam à sociedade gaúcha”, promovido pelo Corecon-RS.
facebook.com/coreconrs/

Curriculum

Giácomo Balbinotto Neto
Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestrado em Economia pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas e doutorado em Economia pela Universidade de São Paulo. Atualmente é Professor Associado IV da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pesquisador do IATS/UFRGS. Professor de Economia da Saúde do PPGE/UFRGS e Pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde da UFRGS (IATS/UFRGS). Orientador de Doutorado e mestrado. Suas linhas de pesquisa são Economia da Saúde, Avaliação de Tecnologia em Saúde, Economia dos transplantes e Farmacoeconomia.

Bernardo Fonseca Nunes
É Doutor em Economia pela University of Stirling (Scotland/UK), Mestre em Finanças pela Universidade Nova de Lisboa e Mestre em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Pratica a combinação de ciências comportamentais, análise de dados e meios digitais para prever o comportamento do consumidor. Tem ajudado empresas e reguladores a obter informações de seus dados e a transformar idéias em decisões empiricamente informadas. Atualmente reside na Holanda e trabalha principalmente com dados em larga escala, utilizando inferência causal e modelagem preditiva para otimização de processos e produtos.

Patrícia Alves Schütz
Possui graduação em Economia pela UFRGS, MBA em Finanças também pela UFRGS, especialização em Gestão em Saúde pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e MBA em Economia Comportamental ESPM. Trabalhou por mais de 11 anos no Banco do Brasil no atendimento Alta Renda. Atualmente reside na Irlanda onde trabalha como Consultora em Finanças e Arquitetura de Escolhas para diferentes projetos de pequenas empresas no Brasil e na Irlanda.

 

Cofecon libera acesso a documentário sobre Celso Furtado

Como parte das comemorações do ano do centenário de Celso Furtado, o Sistema Cofecon/Corecons tem acesso ao documentário "O longo amanhecer", cinebiografia do grande economista. O filme, concedido especialmente pelo diretor José Mariani, no ano das comemorações alusivas ao centenário do economista, pode ser acessado por meio do link https://vimeo.com/134040089, senha CF 100 (com espaço no meio).

Lançado em 2008, o longa conta com depoimentos de Celso Furtado, gravados em 2004, e de diversos economistas sobre sua importância para o pensamento econômico.

Homenageado do Concurso de Resenhas Cofecon/Ange deste ano, Celso Furtado foi um dos principais economistas brasileiros. Nascido em Pombal, na Paraíba, completaria 100 anos em 2020. Furtado integrou a Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL), criou a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), foi ministro da Cultura e deixou grandes contribuições ao pensamento socioeconômico. Seu livro “Formação Econômica do Brasil” é considerado um dos mais importantes da história econômica do Brasil.

Leia mais no Site do Cofecon

Concurso de Resenhas Cofecon/Ange premiará estudantes de graduação em Economia

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) e a Associação Nacional de Cursos de Graduação em Ciências Econômicas (Ange) estão promovendo o Concurso de Resenhas Cofecon/Ange, que reconhecerá os melhores trabalhos de estudantes de Economia sobre a obra “Formação Econômica do Brasil”, de Celso Furtado. O autor da melhor resenha receberá R$ 1.500,00 em evento especial do Cofecon, com passagens e hospedagens custeadas pela autarquia. O segundo e o terceiro colocados receberão menção honrosa, sendo que a entrega da honraria ao segundo colocado ocorrerá em evento especial do Cofecon.

As inscrições encontram-se abertas, até o dia 10 de outubro próximo. Cada instituição de ensino selecionará apenas uma resenha, encaminhando-a ao Cofecon juntamente com uma declaração de idoneidade do trabalho, um comprovante de regularidade da matrícula do acadêmico e o formulário eletrônico previsto no regulamento, que pode ser acessado pelo link abaixo.

É importante destacar que o trabalho deve ser inédito, não podendo ter sido apresentado em outros concursos ou editado em anais ou qualquer outro tipo de publicação.

Clique AQUI para acessar o Regulamento

Clique AQUI para inscrição

Tesouro do Estado lança Relatório da Dívida em parceria com o Corecon

 

LiveFazendaO presidente do Corecon-RS, economista José Junior de Oliveira, participou, na última quinta-feira, da solenidade de abertura da Live de lançamento do Relatório Anual da Dívida do RS. O evento, transmitido na página do facebook do Conselho, teve, como tema de debate, “A situação fiscal dos estados no pós-pandemia”, apresentado pelo conselheiro do Corecon, economista Mário Jaime Gomes de Lima. A solenidade foi aberta pelo Secretário Adjunto da Fazenda do RS e ex-conselheiro do Corecon, economista Jorge Luis Tonetto, e a apresentação do Relatório ficou a cargo do Subsecretário do Tesouro do Estado, Bruno Queiroz Jatene, do Chefe da Divisão da Dívida Pública do Estado, economista Felipe Rodrigues da Silva, e do Chefe da Seção de Planejamento da Dívida e Negociação com o Mercado, Luciano Lauri Flores.

José Junior de Oliveira agradeceu a parceria com o Tesouro do Estado em mais esta ação e disse que a Entidade não poderia estar distante “neste momento em que a Secretaria da Fazenda disponibiliza à sociedade gaúcha os números que demonstram a realidade sobre a situação fiscal por que passa o Estado do RS, assim como os estados brasileiros, agravada ainda mais em função da crise econômica gerada pela Pandemia do Coronavírus”.

A 11ª edição do Relatório, que neste ano encontra-se disponível em formato totalmente digital, acompanhada de vídeo explicativo com os destaques dos principais números, mostra a situação dos 41 contratos de empréstimos, parcelamentos de débitos previdenciários e de outras contribuições sociais, além dos Precatórios Judiciais, que compõem a Dívida do Estado. Demonstra que cerca de 86% da dívida estadual, com exceção dos Precatórios, tem origem em apenas dois contratos celebrados com o governo federal no ano de 1998: o contrato de refinanciamento da dívida estadual com a União e o Programa de Incentivo à Redução da Presença do Setor Público Estadual na Atividade Financeira Bancária – PROES. 

O levantamento mostra a evolução do valor nominal da dívida fundada do Estado do RS nos últimos oito anos e que, em 2019, o serviço efetivo da dívida estadual atingiu o valor de R$ 857,4 milhões. Em comparação ao ano anterior, o serviço da dívida efetivo apresentou um acréscimo da ordem de R$ 143 milhões em termos nominais, e 20% em termos percentuais. Já os pagamentos suspensos na competência de 2019, por força da liminar expedida em 2 de agosto de 2017 pelo Supremo Tribunal Federal, relativamente às parcelas mensais devidas, foram calculados em R$ 3,45 bilhões. Em 2017, esses valores representaram R$ 1,00 bilhão e em 2018, R$ 3,20 bilhões. Os valores suspensos de pagamento, até o final de 2019, totalizam R$ 7,65 bilhões.

O Rio Grande do Sul permanece na segunda posição em um ranking nacional, na relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida, atingindo 2,24. A média de todas as unidades foi de 1,19 em 2019. A maior relação é a do Rio de Janeiro (2,82), e a menor a do Amapá (-0,08).

Os técnicos do Tesouro apresentaram, também, dados sobre o comprometimento do Estado com os Precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPVs).

Acesse íntegra do Relatório 

Acesse vídeo do Relatório

Assista íntegra da Live

Abertas inscrições para Prêmio Tesouro Nacional 2020

Encontram-se abertas as inscrições para o XXV Prêmio Tesouro Nacional 2020 - edição “Jubileu de Prata”, o tradicional concurso de monografias que visa a estimular estudos e pesquisas na área de Finanças Públicas. O Prêmio é uma iniciativa do Tesouro Nacional, realizado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com patrocínio da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Os temas para as monografias são: Política Fiscal e Crescimento; Gestão de Tesouraria e Soluções de Gestão financeira e Orçamentária; Federalismo Fiscal: Eficiência e Equidade; e Contabilidade Pública, Transparência e Informações Gerenciais.

Em comemoração aos 25 anos de realização do Prêmio, além das monografias, está sendo lançada a categoria “Soluções”, para aplicações que utilizem ciência de dados, big data e inteligência artificial para tratamento de dados sobre Finanças Públicas. Os projetos inscritos podem ser plataformas, algoritmos de busca e organização, sistema de consulta, painéis de controle, mecanismos de visualização de dados, entre outros.

Os autores das três melhores monografias receberão R$ 20.000,00, R$ 10.000,00 e R$ 5.000,00, respectivamente, além da publicação dos trabalhos em edição especial da Revista Caderno de Finanças Públicas e certificado. A premiação na categoria “Soluções” será de R$ 6.000,00 para até três soluções e divulgação dos projetos no portal Tesouro Transparente.

As inscrições vão até 15 de setembro de 2020. O regulamento e as informações completas sobre o Prêmio encontram-se disponíveis neste link.

O Prêmio Tesouro Nacional

O Prêmio Tesouro Nacional foi instituído em 1996 como parte das comemorações do 10º aniversário do Tesouro Nacional. Ele promove anualmente a pesquisa na área de Finanças Públicas e divulga trabalhos de reconhecida qualidade técnica e aplicabilidade na Administração Pública. Os temas sempre fazem referência aos pilares que sustentam a atuação da Secretaria do Tesouro Nacional, configurados na sua missão institucional, que é gerir as contas públicas de forma eficiente e transparente, zelando pelo equilíbrio fiscal e pela qualidade do gosto público.

LIVE: Lançamento do Relatório Anual da Dívida, mostra posição do RS e debate situação fiscal dos estados pós-pandemia

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O Tesouro do Estado, em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon-RS) fará uma LIVE de Lançamento do Relatório Anual da Dívida do RS nesta quinta-feira, 16, às 15 horas. O evento, transmitido na página do Corecon (www.facebook.com/coreconrs) tem como tema de debate virtual “A situação fiscal dos estados no pós-pandemia”, com o economista Mário Jaime Gomes de Lima.

A abertura será feita pelo Secretário da Fazenda do RS, Marco Aurelio Santos Cardoso e apresentação fica a cargo do Subsecretário do Tesouro, Bruno Queiroz Jatene, e do Chefe da Divisão da Dívida Pública, Felipe Rodrigues da Silva.

A 11ª edição do Relatório, em formato totalmente digital, acompanhada de vídeo explicativo com os destaques dos principais números, mostra a situação dos 41 contratos de empréstimos, parcelamentos de débitos previdenciários e de outras contribuições sociais, além dos Precatórios Judiciais, que compõem a Dívida do Estado. Cerca de 86% da dívida estadual, com exceção dos Precatórios, tem origem em apenas dois contratos celebrados com o governo federal no ano de 1998: o contrato de refinanciamento da dívida estadual com a União e o Programa de Incentivo à Redução da Presença do Setor Público Estadual na Atividade Financeira Bancária – PROES.
O levantamento mostra a evolução do valor nominal da dívida fundada do Estado do RS nos últimos oito anos. Em 2019, o serviço efetivo da dívida estadual atingiu o valor de R$ 857,4 milhões. Em comparação ao ano anterior, o serviço da dívida efetivo apresentou um acréscimo da ordem de R$ 143 milhões em termos nominais, e 20% em termos percentuais. Já os pagamentos suspensos na competência de 2019, por força da liminar expedida em 2 de agosto de 2017 pelo Supremo Tribunal Federal, relativamente às parcelas mensais devidas, foram calculados em R$ 3,45 bilhões. Em 2017, esses valores representaram R$ 1,00 bilhão e em 2018, R$ 3,20 bilhões. Os valores suspensos de pagamento, até o final de 2019, totalizam R$ 7,65 bilhões.

O Rio Grande do Sul permanece na segunda posição em um ranking nacional, na relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida, atingindo 2,24. A média de todas as unidades foi de 1,19 em 2019. A maior relação é a do Rio de Janeiro (2,82), e a menor a do Amapá (-0,08).

Precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs): componentes importantes

O pagamento de precatórios no RS é efetuado pelo poder judiciário, com os recursos financeiros disponibilizados mensalmente pelo Tesouro do Estado. Em 2019, o Tesouro do Estado efetuou depósitos em montante equivalente a R$ 571,6 milhões. 

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Os pagamentos de Requisições de Pequeno Valor, RPVS, chegaram a R$ 362 milhões, bem abaixo dos R$ 566 milhões em 2018.

Os dispêndios com RPVs ocorrem na forma de pagamento direto pelo Tesouro do Estado, ou na forma de sequestros em conta bancária governamental por parte do poder judiciário. Quando ocorrem na forma de sequestros, contrariam a ordem das etapas de despesa, e criam pendências em relação ao reconhecimento formal da despesa e à regularização de empenhos. Por isso, em 2019 empreendeu-se grande esforço no sentido de colocar em dia os pagamentos do estoque de RPVs, e dessa forma, contribuir na minimização dos sequestros judiciais. Os casos e os valores de sequestros judiciais apresentaram uma redução expressiva em relação ao ano anterior – de 45.929 casos em 2018, caíram para 12.451 casos em 2019, enquanto o valor passou de R$ 258 milhões em 2018 para R$ 56 milhões em 2019. As ocorrências de complementos de RPVs, via de regra todo objeto de sequestros, apresentaram redução drástica.

Outro aspecto importante a ressaltar é a consolidação do Compensa-RS, que regulamenta a compensação de débitos inscritos em dívida ativa com Precatórios vencidos, permitindo a pessoas físicas e jurídicas quitar ou abater suas dívidas por meio do encontro de contas com valores de precatórios.

Cabe destacar, ainda, que em 2019, o Estado do RS seguiu negociando com o governo federal a sua adesão ao Regime de Recuperação Fiscal e buscando outras soluções. Foi enviado à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) o cenário-base e o cenário com as medidas de ajuste do Plano de Recuperação Fiscal do Estado. O plano de medidas apresentado tem um impacto de R$ 63 bilhões nas contas estaduais em seis anos. Também ocorreu a aprovação e início do processo de contratação da operação de crédito com o Banco Interamericano de Desenvolvimento de US$ 60 milhões, para financiamento de projetos para o fortalecimento da gestão fiscal do Estado do RS, o Profisco RS.

Clique aqui para assistir ao vídeo do Relatório

(Matéria da Assessoria de Imprensa do Tesouro do Estado / Sefaz)

Cenários e perspectivas da Covid-19 é tema da Revista Economistas

O Cofecon está disponibilizando a edição de nº 36 da Revista Economistas, que apresenta, artigos sobre cenários e perspectivas diante da pandemia de Covid-19, que, “além do flagelo humano e social, impacta profundamente a economia mundial”.

Apresenta os artigos “Pandemia e economia: desafios para o Brasil” (economistas Antonio Corrêa de Lacerda e André Paiva Ramos), “A economia brasileira no cenário de incertezas” (econ. Marcel Solimeo), “Impactos da Covid-19 na economia brasileira e os desafios para a retomada pós-pandemia” (econ. Guilherme Dietze), “Uma nova década perdida” (econ. Gustavo Pessoti), “Covid-19: capacidade estatal e capital social” (econ. Carlos Cinquetti), “Política fiscal em tempos de coronavírus” (econ. Benito Salomão), “Bancos e Covid-19, muito vento e pouca chuva” (econ. Roberto Troster, “A economia, a epidemia e a crise” (economistas Gustavo Noronha e Daniel Negreiros Conceição), “Cenário drástico para a coronadepressão” (econ. Lauro Chaves Neto). A publicação conta também com as matérias “Economia em tempos de pandemia” e “Sistema Cofecon/Corecons aposta na tecnologia aliada à informação durante a pandemia de Covid-19”, e com a resenha do livro “Economia das crises”, de Nouriel Roubini, de autoria da economista Celina Martins Ramalho.

 

Acesse a íntegra da Revista

 

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