Prêmio ABDE-BID de Artigos 2017 com inscrições abertas até 24 de julho
Em sua quarta edição, o Prêmio visa estimular a reflexão sobre o desenvolvimento brasileiro
e o papel das instituições financeiras públicas nesse processo;
Primeiros colocados recebem prêmio de R$ 8 mil
A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o apoio do Sistema OCB, receberão até 24 de julho inscrições para o Prêmio ABDE-BID de Artigos 2017, em importante iniciativa que visa estimular a reflexão sobre os rumos do desenvolvimento e o papel do fomento no desempenho da economia brasileira.
Neste ano, o Prêmio ABDE-BID de Artigos é voltado a todos os segmentos da sociedade, tais como universidades (graduação, pós-graduação e acadêmicos), institutos de pesquisa, instituições financeiras associadas à ABDE, economistas e demais profissionais e especialistas dedicados aos temas do desenvolvimento e do fomento.
O prêmio é formado pelas seguintes categorias:
Categoria 1 / Desenvolvimento em debate – Os artigos deverão abordar assuntos relevantes ao processo de desenvolvimento, podendo utilizar abordagens macro e ou microeconômicas, do desenvolvimento de instrumentos financeiros com enfoque em modelos públicos, privados e/ou do papel do mercado de capitais para o financiamento ao investimento, da interrelação entre o financiamento de longo prazo e o desenvolvimento econômico, do processo de planejamento para o desenvolvimento, da natureza institucional do sistema financeiro, bem como de teorias de desenvolvimento de longo prazo.
Categoria 2 / Financiamento Verde – Os artigos deverão abordar ideias inovadoras para o financiamento verde, analisando gargalos e propostas para ampliar o financiamento sustentável ambiental, florestal e climático (adaptação e mitigação), tais quais – potencial uso e aplicação de green bonds, eficiência energética e energias renováveis, cadeia florestal e finanças ambientais, utilização das fintechs para área ambiental, mecanismos de financiamento, mercados de capitais, seguros, garantias, entre outros.
Categoria 3 / Sistema OCB Desenvolvimento e Cooperativismo de Crédito - Os artigos deverão abordar a relação entre o cooperativismo de crédito e o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, estratégias de colaboração financeira para o desenvolvimento regional, estratégias colaborativas e novos instrumentos de fintech.
O artigo poderá ser escrito por autores individuais ou em grupo. O vencedor em cada uma das três categorias receberá prêmio de R$ 8 mil e será publicado em livro. O segundo colocado receberá prêmio de R$ 4 mil e também terá o trabalho publicado em livro.
A divulgação dos vencedores será feita em 18 de setembro, com entrega do prêmio em 13 de dezembro, no Fórum do Desenvolvimento, a ser realizado em Belo Horizonte.
Os interessados em mais informações devem escrever para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
A ABDE - A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) reúne as instituições financeiras de desenvolvimento presentes em todo o país – bancos públicos federais, bancos de desenvolvimento controlados por unidades da Federação, bancos cooperativos, bancos públicos comerciais estaduais com carteira de desenvolvimento, agências de fomento –, além da Finep e do Sebrae. Essas instituições compõem o Sistema Nacional de Fomento (SNF). A ABDE define estratégias e executa ações indutoras do SNF, tendo como meta constante o aprimoramento da atuação de seus associados, para que essas instituições financiem com eficiência o desenvolvimento brasileiro. Realiza cursos, produz estudos e representa as instituições em mesas de diálogo com organismos do governo, do setor produtivo e da sociedade.
O BID - O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e o Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.
O Sistema OCB - No Brasil, o movimento cooperativista é representado oficialmente pelo Sistema OCB, com suas três entidades complementares: Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O Sistema conta com uma unidade nacional e 27 estaduais – localizadas nas capitais de cada estado e também no Distrito Federal. Seu papel é trabalhar pelo fortalecimento do cooperativismo no Brasil. São focos diferenciados e, ao mesmo tempo, complementares. A soma de todas essas forças tem um importante objetivo comum: potencializar a presença do setor na economia e na sociedade brasileira.
SERVIÇO
Edição 2017 do Prêmio ABDE-BID de Artigos
Inscrições: Até 24/07/2017
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Impactos da supersafra nas economias do Brasil e do Rio Grande do Sul foi o tema do Economia em Pauta, ocorrido na noite do dia 12 de abril, quarta-feira, no Hotel Plaza São Rafael, que teve como palestrantes o Economista-Chefe do Sistema Farsul, Antono da Luz, e o jornalista Âncora do programa Campo e Lavoura, da RBS TV, Léo Saballa Jr.
Leo Saballa Jr iniciou sua apresentação informando que está trabalhando na RBS há 12 anos e que já atuou em praticamente todo o tipo de cobertura jornalística. Passou dois anos em Brasília, trabalhando diretamente com o política, foi para a TV Com e apresenta o programa Campo e Lavoura, da RBS TV há pouco mais de um ano. Afirmou aos presentes que apresentaria duas importantes reportagens, veiculadas recentemente em seu programa, que enfocam de forma muito clara os impactos positivos nos números da agricultura, que já, em 2016, se começava a sentir no campo.
O economista da Farsul apresentou dados sobre projeções do consumo mundial de grãos, como arroz, milho, soja e trigo, além do consumo de carne bovina e leite, que estimam importante aumento de demanda, especialmente nos países asiáticos. Explicou que até 1997 o Brasil era importador de alimentos, e que, agora, por uma questão de demanda, de oferta e de geração maior da economia, precisa colocar sua produção excedente no mercado internacional. “Os desafios e oportunidades ocorrem no sentido de que consigamos transformar todo esse volume em riqueza. Produzir volume é o resultado da produção e produzir riqueza depende do faturamento, do consumo intermediário”, destacou. Apresentou dados sobre a projeção das safras brasileira e gaúcha entre os anos de 2015 e 2026 e falou da necessidade de superar os principais gargalos no escoamento da safra, o que demonstrou, comparando os níveis de produtividade e os custos operacionais da produção brasileira com a dos EUA e países da América Latina. ”Quanto mais agricultura, mais indústria e serviços teremos”, disse, reconhecendo que há uma grande janela de oportunidades para os próximos 10 anos, embora não veja qualquer movimento sério de melhoria da infraestrutura para atender a essa demanda. “Precisamos reduzir muito nossos custos de produção e, em primeiro lugar, buscar alternativas de transporte que passem pelo uso de nossas hidrovias”, alertou.
Antonio da Luz encerrou sua participação falando sobre a importância do setor agrícola como meio de atuação do economista. Para ele, o produtor rural é um grande gerador de emprego de alta performance, e o produtor gaúcho e, em especial o brasileiro, é, por natureza, um maximizador de produção, já que acredita que, assim, está diminuindo o custo médio e aumentando a sua renda. “E o papel do economista é, através de seu conhecimento técnico, mostrar que, nessa relação, o mais importante é maximizar o lucro”.
Além do presidente Clovis Meurer, estiveram presentes ao evento o vice-presidente Rogério Tolfo, os conselheiros Aristóteles Galvão, Bruno Breyer Caldas, Guilherme Stein e Jorge Melo, os ex-presidentes Antonio Carlos Brites Jaques, Ário Zimmermann e Lauro Renck, o ex-vice-presidente Carlos Abel e o ex-conselheiro Vladimir da Costa Alves.
O Corecon-RS promoveu, no dia 12 de abril, quarta-feira, reunião-almoço de integração entre os conselheiros da atual gestão e de gestões anteriores. O encontro, com almoço foi por adesão, aconteceu no restaurante do City Hotel, em Porto Alegre, onde foi realizada a 1478ª sessão plenária ordinária da Entidade.
O Corecon-RS e a Polícia Civil do Estado do RS assinaram, no dia 12 de abril, quarta-feira, na sede da Chefia de Polícia, em Porto Alegre, um Termo de Cooperação Técnica visando à instrumentalização do trabalho investigativo-policial na área da economia. O Termo foi assinado pela conselheira, economista e perita criminal Simone Magalhães, que representou a Entidade, pelo Chefe de Polícia, delegado Emerson Wendt, e pelo diretor da Divisão de Assuntos Institucionais da Polícia Civil, delegado Joerberth Pinto Nunes. Também participaram do evento os presidentes do Conselho Regional de Contabilidade, Antônio Palácios, e do Conselho Regional de medicina Veterinária do RS, Rodrigo Lorenzoni, além da representante do Conselho Pró-Segurança Pública (Consepro) de Viamão, economista Márcia de Mattos Silva.
Após a assinatura do Termo de Cooperação, os representantes dos conselhos visitaram as dependências da Divisão do Gabinete de Inteligência e Assuntos Estratégicos e da Delegacia de Polícia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro, onde foram recebidos pelos seus titulares, delegados Cristiano Reschke e Gustavo Pereira.