Congresso Brasileiro de Economia terá palestra internacional sobre Economia da Saúde

Céu Mateus
Congresso Brasileiro de Economia terá palestra internacional sobre Economia da Saúde
Professora de Ciências da Saúde da Universidade de Lancaster, no Reino Unido, Céu Mateus, participa da programação no dia 08/10. Ainda é possível se inscrever no evento, garanta já a sua vaga.

A programação do Congresso Brasileiro de Economia (CBE) contará com palestra internacional da professora Céu Mateus, docente de Ciências da Saúde da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. Ela abordará o tema “Economia da Saúde”, no dia 08/10, às 17h. A especialista mostrará a relevância dessa área para a pesquisa econômica e para a formulação de políticas públicas. O CBE ocorrerá no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre, de 06 a 10 de outubro. Ainda é possível fazer a inscrição no evento, garanta já a sua vaga - link de inscrição.

A professora fará palestra de abertura no painel sobre a Economia da Saúde, que contará com a participação do professor da Universidade de Brasília-UNB, Everton Nunes da Silva, do CFO da Santa Casa de Misericórdia, Ricardo Englert, com moderação do economista, professor da UFRGS, Giácomo Balbinotto.

Para a palestrante, a economia da saúde ocupa um espaço singular dentro da ciência econômica. “Na minha apresentação pretendo mostrar como a economia da saúde tem impactado a pesquisa em economia e porque é uma ferramenta fundamental dentro das políticas públicas, tendo capacidade para influenciar muito para além da política de saúde”, destaca.

A professora também chama atenção para os desafios enfrentados no Brasil. “A judicialização da saúde para os beneficiários do SUS é, sem dúvida, causa de grandes ineficiências e distorções. As estratégias que podem ter mais sucesso poderão ser aquelas locais que procurem respeitar a universalidade da cobertura e a equidade do acesso aos cuidados de saúde”, afirma.

Entre os dilemas globais, Céu Mateus ressalta a necessidade de equilibrar custos e acesso. “Não se pode abdicar da equidade no acesso, por uma questão de justiça moral, e é preciso negociar com a indústria farmacêutica os preços crescentes das novas tecnologias”, reforça.

O CBE 2025 acontece de 6 a 10 de outubro, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre, reunindo cerca de 50 especialistas em debates sobre temas centrais para o futuro do país. O evento conta com o patrocínio de Banrisul (Vero), Monte Bravo, BNDES, BRDE e dos Corecons de SP, MS, PE, PR e RJ.

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Desenvolvimento nacional em debate no CBE 2025

Antonio Corrêa de Lacerda - Cofecon

Desenvolvimento nacional em debate no CBE 2025

Economista Antonio Corrêa de Lacerda, professor doutor da PUCSP e ex-presidente do Cofecon, falará em painel sobre o assunto no dia 08 de outubro. Garanta já a sua vaga!

O desenvolvimento econômico vai muito além do crescimento. Envolve fatores qualitativos, como a distribuição de renda, a redução da pobreza, a sustentabilidade econômica e ambiental, a geração de empregos de qualidade e o acesso à saúde, educação, saneamento e outros serviços. “O crescimento é um pré-requisito para o desenvolvimento, uma condição necessária, mas não suficiente”, afirma o conselheiro federal Antonio Corrêa de Lacerda, ex-presidente do Cofecon e professor-doutor da PUCSP. Ele tratará do tema no painel “Desenvolvimento Nacional”, no dia 08 de outubro, durante o XXVI Congresso Brasileiro de Economia, que será realizado de 06 a 10 de outubro no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre. O evento é promovido pelo Cofecon e pelo Corecon-RS. Garanta já a sua vaga - Inscreva-se aqui.

Lacerda avalia que, no governo Lula III, a perspectiva do desenvolvimento nacional vem sendo contemplada. Entre 2023 e 2025 a economia tem crescido, em média, 3% ao ano: “Este desempenho vem sendo acompanhado de inflação relativamente sob controle, crescimento do emprego e renda, retomada dos programas sociais e alguma recuperação do investimento em infraestrutura econômica e social. A recuperação do Estado como propulsor, assim como dos bancos e agências públicas de fomento, tem sido fundamental para isso”. O economista também destaca a implantação de programas estruturantes como o Nova Indústria Brasil (NIB), o novo Programa de Aceleração do Crescimento (NovoPAC) e o Plano de Transição Ecológica (PTE), além de programas sociais como o Novo Bolsa Família, o Pé-de-Meia e a ampliação do Farmácia Popular.

Para superar os gargalos que ainda limitam o desenvolvimento nacional, Lacerda considera necessário “consolidar uma inserção internacional virtuosa, aproveitando a excelente base de investimentos de empresas transnacionais no Brasil, e diversificar ainda mais nossos parceiros econômicos e comerciais”. Essa inserção se dá num momento de transformações trazidas por vários fatores: a pandemia de Covid-19, a crise climática, os conflitos geopolíticos e a guerra comercial, com destaque para as tarifas impostas pelos Estados Unidos. “Há interesses geoeconômicos e políticos envolvidos na tentativa de contraponto dos EUA à ascendência dos BRICS e à perda relativa de supremacia do dólar”.

No âmbito doméstico, ele defende o aperfeiçoamento das políticas macroeconômicas (fiscal, monetária e cambial) e a intensificação dos programas estruturantes já mencionados. “É isso o que dará base para o aprimoramento das políticas públicas e a melhora das condições de vida da população, reduzindo a pobreza e diminuindo a gritante concentração de renda”, finaliza.

Até o momento, o CBE conta com o patrocínio de Banrisul (Vero), Monte Bravo, BNDES, BRDE, e dos Corecons de SP, MS, PE, PR e RJ.

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O Congresso Brasileiro de Economia trará debates centrais para o futuro do país, como desenvolvimento nacional, reforma tributária, mudanças climáticas, crescimento econômico, inovação, comércio internacional, agronegócio, economia comportamental, desigualdades regionais, educação financeira e desenvolvimento sustentável. De 6 a 10 de outubro, o evento reunirá cerca de 50 especialistas em palestras, painéis e mesas de debate, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre.

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Economia da Saúde em foco no Congresso Brasileiro de Economia

Economia da Saúde em foco no Congresso Brasileiro de Economia

Economia da Saúde em foco no Congresso Brasileiro de Economia

Programação contará com especialistas de renome nacional e internacional

Os desafios do Sistema Único de Saúde (SUS), o impacto do envelhecimento acelerado da população brasileira e a pressão dos custos gerados pela incorporação de novas tecnologias estarão no centro do painel “Economia da Saúde”, que acontece no dia 8 de outubro, das 17h até 18h. A atividade integra o Congresso Brasileiro de Economia (CBE), promovido pelo Cofecon em parceria com o Corecon-RS, de 06 a 10 de outubro, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre. O debate reunirá o professor da Universidade de Brasília (UNB), Everton Souza e o CFO da Santa Casa de Misericórdia, Ricardo Englert , com a mediação do docente da UFRGS e pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde (IATS), Giácomo Balbinotto Neto. Outro destaque da programação será a palestra de encerramento do dia proferida pela professora de Economia da Saúde na Universidade de Lancaster, no Reino Unido, Céu Mateus.

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Desafios do SUS e o envelhecimento da população

Segundo Balbinotto, um dos principais gargalos do setor é o subfinanciamento estrutural do Sistema Único de Saúde. “Isso pressiona a capacidade de garantir o acesso à população de forma equitativa”, alerta. Outros pontos críticos destacados pelo economista são a concentração de recursos em hospitais e procedimentos de alta complexidade, a judicialização da saúde e os custos crescentes relacionados à incorporação de novas tecnologias.

O envelhecimento populacional também é um desafio de peso. “A população está vivendo mais e, com isso, convivendo com doenças crônicas que demandam gastos contínuos com medicamentos, diagnósticos e hospitalizações”, explica Balbinotto.

Um campo estratégico para economistas

Para o especialista, a Economia da Saúde é uma área em expansão e estratégica para o futuro do país. “Os economistas têm ferramentas que ajudam a melhor alocar os recursos, com análises de custo-benefício, impacto orçamentário e avaliação de políticas públicas baseadas em evidências”, afirma. Além de contribuir para a eficiência do SUS e do setor privado, o campo abre novas oportunidades de atuação profissional.

O painel será uma oportunidade única para compreender como a economia pode ajudar a enfrentar problemas centrais do Brasil, como o financiamento do SUS, a sustentabilidade do sistema de saúde diante da transição demográfica e os impactos das mudanças climáticas sobre a saúde da população.

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Além do painel sobre Economia da Saúde, o Congresso Brasileiro de Economia trará outros temas relevantes, como reforma tributária, mudanças climáticas, crescimento econômico, inovação, comércio internacional, agronegócio, economia comportamental, desigualdades regionais, educação financeira e desenvolvimento sustentável. De 6 a 10 de outubro, o evento reunirá cerca de 50 especialistas em palestras, painéis e mesas de debate, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre.

Até o momento, o CBE conta com o patrocínio de Banrisul (Vero), Monte Bravo, BNDES, BRDE, e dos Corecons de SP, MS, PE, PR e RJ.

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Indústria Gaúcha

Indústria e comércio em debate: os rumos da economia gaúcha

Indústria e comércio em debate: os rumos da economia gaúcha

Painel “Setores Econômicos do Rio Grande do Sul” será um dos destaques da programação do CBE; garanta já a sua inscrição

Nos últimos 20 anos, o valor adicionado pela indústria do Rio Grande do Sul cresceu apenas 3,4%, desempenho bem abaixo da média nacional, que avançou 26,1% no mesmo período. O dado, trazido pelo economista-chefe da FIERGS, Giovani Baggio, evidencia as dificuldades enfrentadas pelo setor no estado e aponta para a urgência de repensar políticas e estratégias que garantam competitividade.

Baggio será um dos painelistas do painel “Setores Econômicos do Rio Grande do Sul”, no Congresso Brasileiro de Economia (CBE), no dia 9 de outubro, às 9h40, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre. O especialista estará ao lado da economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, e do economista-chefe do Sistema Farsul, Antonio da Luz, para discutirem os desafios e oportunidades para indústria, comércio, serviços e agronegócio no Estado. O CBE, que ocorrerá de 06 a 10 de outubro, é uma promoção do Cofecon em parceria com o Corecon-RS. Garanta já a sua vaga - clique aqui.

Desafios comuns e novas oportunidades

Segundo Baggio, entraves estruturais como a elevada carga tributária, a insegurança jurídica e a precariedade logística seguem limitando a expansão industrial. Já no campo conjuntural, o peso dos juros altos e a instabilidade macroeconômica dificultam investimentos. Para ele, “o ponto central é a necessidade de maior responsabilidade fiscal. O descontrole das contas públicas está na raiz de grande parte dos problemas nacionais”.

Patrícia Palermo reforça que, no caso do setor de serviços, que inclui o comércio e concentra a maior fatia do PIB e do emprego no RS, a baixa produtividade, o alto grau de informalidade e a dificuldade de acesso a crédito estão entre os principais gargalos. Além disso, a economista alerta para o impacto das mudanças demográficas e da falta de mão de obra qualificada. “A baixa taxa de desocupação, além de dificultar novas contratações, acaba estimulando o aumento da rotatividade e pressionando os salários para patamares muito acima dos ganhos de produtividade”, destaca.

Apesar dos obstáculos, ambos acreditam que há janelas de oportunidade. Baggio aponta a capacidade do Estado de se posicionar em cadeias ligadas à descarbonização, graças ao potencial em energias renováveis e à força da indústria conectada ao agronegócio. Já Patrícia chama atenção para a revolução da inteligência artificial nos processos produtivos e para o momento pós-enchentes, que deve ser encarado como oportunidade de construir uma infraestrutura mais eficiente e resiliente.

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Além do painel sobre os Setores Econômicos do RS, o Congresso Brasileiro de Economia trará outros temas relevantes para o setor, como reforma tributária, mudanças climáticas, crescimento econômico, inovação, comércio internacional, agronegócio, economia comportamental, desigualdades regionais, educação financeira e desenvolvimento sustentável. De 6 a 10 de outubro, o evento reunirá cerca de 50 especialistas em palestras, painéis e mesas de debate, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre.
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Inteligência Artificial: ameaça ou oportunidade para os economistas?

Lauro Chaves Neto
🤖 Inteligência Artificial: ameaça ou oportunidade para os economistas?
Tema será debatido no Congresso Brasileiro de Economia de 06 a 10 de outubro; as inscrições estão abertas, garanta já sua vaga!

Você já se perguntou se a Inteligência Artificial poderá substituir o trabalho do economista? Quais tarefas podem ser automatizadas e quais ainda exigirão a análise humana? E como os profissionais da área podem se preparar para um cenário em que algoritmos, big data e machine learning estão cada vez mais presentes?

Essas questões estarão no centro do painel “Desafios e Oportunidades para o Economista no mundo da Inteligência Artificial”, apresentada pelo economista, assessor Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Ceará FIEC e professor adjunto da UECE Lauro Chaves Neto (foto). Ele estará no palco do XXVI Congresso Brasileiro de Economia, em Porto Alegre, no dia 9 de outubro, às 10h45, juntamente com outros especialistas da área para debater o assunto.

💡 Mais oportunidades aos economistas que usarem IA

Para o especialista, que é PHD em Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona e Pós Doutorando em Estratégia pela University of Massachusetts, a IA não deve ser vista como substituta da profissão, mas como ferramenta para ampliar a atuação do profissional. “A inteligência artificial não toma o lugar do economista, porém o economista que usa a inteligência artificial vai provavelmente tomar o lugar do economista que não usa”, afirma.

Entre os campos em que os impactos já são mais visíveis, o especialista destaca a modelagem preditiva, que permite previsões mais sofisticadas sobre PIB, inflação, emprego, entre outros indicadores. “A IA possibilita não só uma captura maior de variáveis, como também simulações mais avançadas em relação aos modelos anteriores”, explica.

Ao mesmo tempo, ele ressalta que o papel humano continua central: “Sempre o economista vai ter que fazer uma análise crítica desses dados gerados, interpretar e sintetizar resultados. O papel humano é auxiliado pela IA e não substituído”.

📚 Novas competências e requalificação

Segundo Neto, a transformação digital exige dos economistas uma combinação de hard skills e soft skills. Do lado técnico, competências como estatística avançada, programação e análise de dados já se tornam diferenciais. Mas habilidades humanas continuam indispensáveis, como criatividade, inteligência emocional, interpretação e análise crítica.

Ele lembra que o maior desafio é a requalificação dos profissionais formados em outra base tecnológica. “Ao mesmo tempo que a requalificação profissional em larga escala é o principal desafio, a própria inteligência artificial permite que ela ocorra de forma mais ágil, com algoritmos, podcasts e interação virtual”, avalia.

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Além de palestras sobre Inteligência Artificial, o Congresso Brasileiro de Economia trará outros temas relevantes para o setor, como reforma tributária, mudanças climáticas, crescimento econômico, inovação, comércio internacional, agronegócio, economia comportamental, desigualdades regionais, educação financeira e desenvolvimento sustentável. De 06 a 10 de outubro, o evento reunirá cerca de 50 especialistas em palestras, painéis e mesas de debate, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre.

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Fórum da Mulher Economista e Diversidade traz debates sobre finanças e violência de gênero

Palestrante do Fórum da Mulher Economista
Fórum da Mulher Economista e Diversidade traz debates sobre finanças e violência de gênero

Atividade ocorrerá durante o Congresso Brasileiro de Economia, em Porto Alegre, no dia 08 de outubro

A forma como a mulher se relaciona com o dinheiro pode definir não apenas seu futuro financeiro, mas também sua independência e segurança. Está diretamente ligada à liberdade, e à quebra de ciclos de violência. No Rio Grande do Sul, apenas no primeiro semestre deste ano, foram registrados 36 feminicídios e 134 tentativas — números que revelam um cenário alarmante. Em muitos casos, a falta de autonomia financeira aprisiona mulheres em relações abusivas e limita suas possibilidades de escolha.

É nesse contexto que o Congresso Brasileiro de Economia abre espaço para um debate fundamental: o Fórum da Mulher Economista e Diversidade, que acontece no dia 8 de outubro, das 9h às 12h, no Salão Amarelo do Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre. A programação reunirá especialistas que vão discutir tecnologia, finanças e violência de gênero. Também haverá o lançamento do livro ‘Economia Feminista no Brasil’.

O dinheiro como ponte para a liberdade

Entre os destaques da programação está o painel “A mulher e o dinheiro (Segurança e o futuro financeiro da Mulher na Sociedade atual, o desenvolvimento social e familiar), apresentado pelas economistas Dirlene Silva (CEO da DS Estratégias de Educação e Inteligência Financeira e referência nacional em finanças e liderança feminina), Izete Pengo Bagolin (docente da PUCRS) e Karen Focchesatto (consultora de investimentos da Unicred Porto Alegre). A mediação será feita pela professora e economista Juliana de Oliveira Nascimento.

Para Dirlene, discutir a relação da mulher com o dinheiro é falar sobre autonomia: “O dinheiro não é um fim, mas um meio. Quando a mulher entende isso, ela se empodera, consegue tomar decisões mais conscientes, planejar seu futuro e impactar sua família e a sociedade como um todo. O dinheiro é ponte para segurança e felicidade”, afirma.

A especialista lembra que, apesar dos avanços, as mulheres ainda enfrentam desafios como desigualdade salarial, sobrecarga de cuidados e crenças enraizadas que afastam do tema financeiro. “Assim como conhecimento é poder, dinheiro é ferramenta de emancipação. Ter liberdade financeira significa ter escolhas. O painel será um espaço para mostrar que finanças podem ser leves, acessíveis e transformadoras”, destaca.

Economia feminista: um novo olhar para o desenvolvimento

Outro destaque do Fórum será o lançamento do livro “Economia Feminista no Brasil”, organizado por Marilane Oliveira Teixeira, docente da Unicamp, e Lucia Garcia, economista do DIEESE e conselheira Federal.

A obra propõe um deslocamento de olhar: sair da lógica centrada apenas no mercado para incluir o trabalho de cuidado, o tempo e as relações de poder como parte da produção de riqueza. “A economia feminista nos permite revelar o invisível: o trabalho doméstico e de cuidado, que sustenta a força de trabalho, mas não é reconhecido. Mostra que as desigualdades não nascem no mercado de trabalho, mas chegam a ele já produzidas no âmbito da estrutura familiar e na sociedade. Reconhecer o cuidado como infraestrutura econômica é fundamental para pensar uma nova sociedade”, explica Marilane.

Segundo ela, esse debate é urgente para gestores, pesquisadores e profissionais da economia: “A economia feminista não é um nicho, é uma mudança de paradigma. É uma forma de reorganizar prioridades, redistribuir tempo e riqueza e produzir um futuro em que a vida — e não apenas o lucro — oriente as escolhas econômicas”, afirma.

Outras atrações do Fórum

O Fórum da Mulher Economista e Diversidade contará ainda com a palestra “Avanços tecnológicos: IA, uma nova ferramenta, e a questão de gênero e diversidade”, ministrada pela economista, consultora, educadora financeira e Conselheira do Corecon/RS, Janile Soares, e a participação de Isabel de Cássia Ribeiro, presidente do Corecon-BA, que abordará os impactos da violência de gênero na economia.

Inscrições abertas

O XXVI Congresso Brasileiro de Economia acontece de 06 a 10 de outubro, em Porto Alegre, reunindo especialistas de todo o país para discutir o futuro da economia brasileira sob diferentes perspectivas.

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Até o momento, o CBE conta com o patrocínio de Banrisul (Vero), Monte Bravo, BNDES, BRDE, e dos Corecons de SP, MS, PE, PR e RJ.

Seis motivos para se inscrever no Congresso Brasileiro de Economia
Seis motivos para se inscrever no Congresso Brasileiro de Economia

Se você ainda está em dúvida, aqui estão seis motivos que mostram por que não dá para ficar de fora deste evento

De 6 a 10 de outubro, Porto Alegre receberá o XXVI Congresso Brasileiro de Economia, promovido pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon) em parceria com o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (Corecon-RS). O evento terá intensa programação, reunindo cerca de 50 especialistas em palestras, painéis e mesas de debate no Plaza São Rafael Hotel.

Se você ainda tem dúvidas se vale a pena participar, confira abaixo seis motivos que mostram por que este encontro será imperdível para profissionais, empresários, estudantes e pesquisadores da área econômica.

1. Contato direto com grandes nomes da economia
O Congresso trará ao Rio Grande do Sul personalidades que têm influência direta nas decisões e rumos da política econômica nacional. Entre os confirmados estão Bernard Appy, secretário extraordinário da Reforma Tributária; Márcio Pochmann, presidente do IBGE; e Antonio Corrêa de Lacerda, do BNDES. Uma oportunidade única de acompanhar de perto análises e visões de quem está no centro das discussões econômicas do país.

2. Imersão em conhecimento de alto nível
Serão cerca de 50 palestrantes em uma programação intensa, que aborda desde a reforma tributária até mudanças climáticas, comércio internacional, agronegócio, desigualdades regionais, inovação e o papel do Estado na neoindustrialização. Uma verdadeira imersão em temas que moldam o presente e o futuro da economia brasileira.

3. Conexões com economistas de todo o Brasil
O CBE reunirá profissionais, acadêmicos, estudantes e pesquisadores de diversas regiões do país. É uma oportunidade única para ampliar sua rede de contatos, trocar experiências e construir parcerias que podem gerar frutos na carreira e no desenvolvimento da ciência econômica.

4. Espaços de debate sobre diversidade e inovação
A programação conta com fóruns especiais, como o Fórum da Mulher Economista e Diversidade e o Fórum de Perícia Econômico-Financeira, além de atividades voltadas a estudantes, como a Gincana Nacional de Economia e o Desafio dos Estudantes de Ciências Econômicas do RS. Momentos que reforçam a pluralidade e a inovação no campo da economia.

5. Discussão sobre o futuro da profissão e novas tecnologias
O CBE também será um espaço para refletir sobre os caminhos da carreira do economista diante das transformações do mercado de trabalho. Os palestrantes irão debater temas como empregabilidade, empreendedorismo em startups e o impacto de novas tecnologias, incluindo a inteligência artificial, no exercício da profissão e no desenvolvimento de novos modelos de negócios.

6. Porto Alegre como cenário do encontro
Além do conteúdo de excelência, o Congresso acontece em uma das capitais mais importantes do país, que combina infraestrutura de qualidade com um ambiente acolhedor. Porto Alegre receberá economistas de todo o Brasil em um espaço preparado para promover reflexões e debates que ultrapassam as fronteiras regionais.

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Desafio Estudante

CBE 2025 - Estudantes de Ciências Econômicas
CBE 2025 terá programação especial para Estudantes de Ciências Econômicas

Os Cursos de Ciências Econômicas do Rio Grande do Sul podem inscrever suas equipes no Desafio de Estudantes até o dia 15 de setembro; Gincana Nacional de Economia também está prevista na programação do Congresso

Os estudantes de Ciências Econômicas do estado terão uma oportunidade especial de mostrar seus conhecimentos durante o XXVI Congresso Brasileiro de Economia (CBE), que acontecerá entre os dias 6 e 10 de outubro de 2025, em Porto Alegre.

No dia 9 de outubro, das 14h às 15h, será realizado o Desafio dos Estudantes de Ciências Econômicas do RS, atividade que já se tornou tradicional e que promete movimentar a programação do Congresso.

Com o tema “Desenvolvimento Sustentável: Reconstrução, Desafios, Oportunidades”, cada equipe (uma equipe por curso, formada por dois ou três estudantes; ) terá até 5 minutos para relacionar o assunto ao seu município ou região, utilizando no máximo 5 slides para apoiar a apresentação.

As exposições serão avaliadas pelo público presente e os três melhores trabalhos receberão premiação especial. Todas as equipes participantes receberão certificados.

As inscrições estão abertas até o dia 15 de setembro e devem ser realizadas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Por que participar?
Além da chance de integrar a programação do maior evento de Economia do país, os estudantes terão a oportunidade de desenvolver competências fundamentais para a carreira do economista, como comunicação acadêmica, clareza na apresentação de ideias e capacidade de síntese em público especializado e não especializado.

O Desafio é também uma porta de entrada para vivenciar de perto a intensa programação do CBE, que contará com cerca de 50 especialistas em palestras, painéis e mesas de debate, além de fóruns temáticos e discussões sobre temas como reforma tributária, mudanças climáticas, inovação, desigualdades regionais, agronegócio e desenvolvimento sustentável.

Não perca essa oportunidade de representar seu Curso e destacar-se no maior encontro da Economia brasileira!

Gincana Nacional de Economia
Outra atividade que promete mobilizar os estudantes é a XIV Gincana Nacional de Economia que ocorrerá nos dias 7 e 8 de outubro, na Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS. Participam duplas de estudantes de todo o país classificadas nas etapas regionais. Elas disputarão um jogo no qual simulam a administração de variáveis econômicas.

O Corecon-RS será representado por equipes da Unipampa, PUCRS e UFRGS. Os vencedores receberão prêmios em dinheiro, além de medalhas, troféus e livros autografados.

Mais informações e inscrições para o CBE

Até o momento, o CBE conta com o patrocínio de Banrisul (Vero), Monte Bravo, BNDES, BRDE, e dos Corecons de SP, MS, PE, PR e RJ.

Grandes nomes da economia nacional confirmados no CBE

XXVI Congresso Brasileiro de Economia
Bernard Appy e outros grandes nomes da economia nacional estarão no CBE

XXIV Congresso Brasileiro de Economia ocorrerá de 06 a 10 de outubro, no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre; inscrições têm valor promocional até dia 31/08

O XXVI Congresso Brasileiro de Economia (CBE) contará com a presença de grandes nomes da economia nacional. Entre os destaques estão Bernard Appy, Patrícia Palermo, Giácomo Balbinotto, Tania Cristina Teixeira e Antonio Corrêa de Lacerda.

As inscrições para o Congresso estão abertas e seguem com desconto do segundo lote até o dia 31 de agosto. Os valores variam de R$ 18 a R$ 210, conforme o perfil do público e a modalidade escolhida. Economistas com registro no Corecon têm condições especiais. Acesse aqui.

Até o momento, o CBE conta com o patrocínio de Banrisul (Vero), Monte Bravo, BNDES, BRDE, e dos Corecons de SP, MS, PE, PR e RJ..

Destaques

Bernard Appy é Secretário Extraordinário da Reforma Tributária do Governo Federal. Ele realizará sua palestra no dia 8 de outubro, às 14h, sobre reforma tributária e maior tributação sobre renda e riqueza para a promoção da justiça tributária. Formado em Economia pela USP, Appy tem uma trajetória marcada por passagens pelo Ministério da Fazenda, presidência do Conselho de Administração do Banco do Brasil e direção do Centro de Cidadania Fiscal.

Também está confirmada a economista-chefe da Fecomércio/RS, Patrícia Palermo, doutora em economia aplicada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ela participará do Painel sobre os setores econômicos do Rio Grande do Sul, no dia 9 de outubro, às 9h40.

Para falar sobre a Economia da Saúde, o Congresso trará o professor da UFRGS e pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologias em Saúde (IATS/UFRGS) Giácomo Balbinotto, no dia 8 de outubro, às 16h. Ele é especialista em Economia da Saúde, Avaliação de Tecnologia em Saúde e Farmacologia e, ao longo de sua trajetória acadêmica e profissional, recebeu diversos prêmios.

Outro destaque da programação é a presidenta do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Tania Cristina Teixeira, que participará da abertura e do encerramento do Congresso. Ela é especialista em Políticas Econômicas, mestre em Ciência Política e em Economia Aplicada e doutora em Economia Aplicada. Possui ampla trajetória docente na PUC-Minas, onde atua como coordenadora de Extensão.

Também estará presente o economista Antonio Corrêa de Lacerda, Conselheiro federal e coordenador da Comissão de Política Econômica do Cofecon. Professor-Doutor do programa de pós-graduação em Economia Política da PUC-SP e membro da Comissão de Estudos Estratégicos do BNDES.

Confira a programação completa no site do evento - acesse aqui.

Dia Do Economista - 13 de agosto

Dia do Economista
📅 13 de Agosto - Dia do Economista

O “Dia do Economista” é comemorado desde 13 de agosto de 1951, através da Lei número 1411 que dispõe sobre a profissão do Economista e as criações do Conselho Federal de Economia, com sede na Capital Federal e os Conselhos Regionais de Economia.

Para ser considerado como Economista, é necessária a formação superior em Bacharel em Ciências Econômicas, bem como ser registrado em um dos Conselhos Regionais de Economia no Brasil.

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) e o Conselho Regional do Rio Grande do Sul (Corecon RS) estão organizando o XXVI Congresso Brasileiro de Economia (CBE), que será realizado em Porto Alegre, entre os dias 7 a 10 de outubro de 2025, com o tema central: “Desenvolvimento Sustentável: Reconstrução, Desafios, Oportunidades”.

Realizado desde 1968, o CBE é o principal evento da área econômica do Brasil, reunindo economistas de destaque nacional, professores, pesquisadores, gestores e representantes dos setores produtivos. É um espaço para trocas de experiências, fortalecimento de redes e proposição de soluções para desafios econômicos do Brasil e do mundo.

Estarei presente nos debates sobre “Economia Criativa, Turismo e Esportes”, no dia 08 de outubro, das 16 às 17h, no Plaza São Rafael Hotel.

Este ano, o Congresso ganha ainda mais relevância devido à catástrofe climática vivida pelo Rio Grande do Sul em 2024, exigindo debates sobre desenvolvimento sustentável com justiça social, equilíbrio ecológico e planejamento de longo prazo.

Convém salientar que o objetivo da Ciência Econômica é analisar os problemas econômicos e formular soluções, visando a melhoria da qualidade de vida de todos os seres humanos.