Afinal para que serve o ECONOMISTA?
Antônio de Pádua Galvão
Economista e Psicanalista
Especialista em Recursos Humanos
CORECON/MG
Esta é uma
pergunta aparentemente simples e de complexa compreensão desta
realidade social. A simplicidade é na medida em que os cidadãos
têm sempre um pezinho de meia ou um carnê de pagamento.
Que cidadão
ainda não recebeu uma ligação de uma operadora de cartão de
crédito, oferecendo vantagens e facilidade que você nunca
imaginou e não quer.
Quem não tem
uma conta corrente para receber seu salário e fazer sua
poupança.
Que dona de
casa que diariamente dirigisse ao supermercado ou sacolão com
suas notas, moedinhas e lista de compra. E sempre olhando as
melhores ofertas e preços menores, pra fazer reter seus
recursos.
Que trabalhador
todos os dias faz sua refeição em um self service ou
restaurante.
Que idoso que
não vai quase todo o mês comprar medicamento e comprimindo pelo
males do tempo.
Que aluno não
tem seu carnê mensal de pagamento da faculdade ou escola
Nosso cotidiano é repleto de afazeres comerciais e de troca
permanente.
É neste
universo do dia a dia que está inserido nos todos e o olhar
atendo do O ECONOMISTA, buscando compreender os fenômenos
sociais, a tendências dos mercados, o comportamento dos preços e
a elasticidade da oferta.
O ECONOMISTA é
aquele ser racional, que estuda cientificamente o comportamento
da sociedade, sabendo que lá está uma humanidade subjetiva,
repleta de tendência e expectativa. É o estudioso da riqueza, do
crescimento econômico e da escassez de produção. E nos dia
atuais um elaborador e formulados de plano econômico centrado
nos princípios na sustentabilidade e a distribuição da renda e
riqueza.
Neste dia 13 de
Agosto de 1951 foi instituída oficialmente no Brasil a profissão
do ECONOMISTA. E nesta data comemora-se o DIA DO ECONOMISTA, um
dos profissionais que mais trabalham buscando o bem-estar do seu
povo e nação.
Afinal para o
que serve o ECONOMISTA, para servir ao seu povo e as
organizações que buscam incansavelmente o progresso,
desenvolvimento e crescimento da sociedade; impregnado pela
paixão e valorização da dignidade humana.
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