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30º ENESUL – 2026

Na última semana, o Corecon-RS marcou presença no 30º Encontro dos Economistas da Região Sul (ENESUL), o maior evento da categoria no Sul do país!

Confira os destaques da nossa participação:

  • Debates da Profissão: O Presidente Rodrigo Salvato de Assis e o Conselheiro Federal Clovis Benoni Meurer participaram de importantes discussões sobre o futuro do Economista.
  • 1º Fórum da Mulher Economista do Sul: Contou com a presença da nossa Vice-Presidente Angélica Massuquetti como painelista.
  • 6º Encontro de Peritos em Economia e Finanças da Região Sul: Teve como painelista o Conselheiro Giovani Mota Moreira, ao lado dos ex-conselheiros e peritos Aristóteles da Rosa Galvão e Fabíola Braga Torres.
  • Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável: Painéis brilhantemente conduzidos pela economista gaúcha Raquel Pereira Pontes.

O 31º ENESUL será realizado em 2027 e terá a organização do Corecon-RS. Já estamos planejando um grande evento para receber os Economistas do Sul do país!

#CORECONRS2026

CORECON-RS

Dia do Economista – 2026

No Dia do Economista, o Corecon-RS celebrou a vocação de entender e transformar a sociedade, homenageando trajetórias que construíram a história da nossa profissão no Rio Grande do Sul.

Homenagens especiais:

  • 50 anos de registro ativo: Lauro Nestor Renck (ex-presidente)
  • 45 anos de registro ativo: Carlos Alberto da Rosa Abel (ex-vice-presidente)
  • 35 anos registro ativo: Tiago Wickstrom Alves (ex-vice-presidente)

Conhecimento e História em Destaque:

  • Jubileu de Ouro (50 anos de formados): Homenagem especial ao ex-vice-presidente Aristóteles da Rosa Galvão e a toda a Turma de Economia de 1976 da PUCRS.
  • Lançamento de Livro: Celebrando a constante contribuição do ex-vice-presidente Mauro Salvo, palestrante assíduo do Conselho que nos presenteia com sua nova obra.

Parabéns pelo nosso dia!

#CORECONRS

2026 – Presidência

Nesta quarta-feira, 07/01, o CORECON-RS deu início a um novo ciclo. Tomaram posse os novos conselheiros efetivos e suplentes, renovando um terço do nosso Plenário para o triênio 2026-2028.

A Gestão 2026 segue sob a liderança do Presidente Rodrigo de Assis e da Vice-Presidente Angélica Massuquetti.

Seguimos comprometidos com o fortalecimento da nossa profissão e com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul!
CORECON-RS – 2026

2025 – Retrospectiva

O Corecon-RS consolidou seu papel na economia gaúcha e nacional em 2025!

Neste ano, sediamos em Porto Alegre (RS) o XXVI Congresso Brasileiro de Economia, realizado em parceria com o Cofecon.

Promovemos também o 29º Encontro de Economistas da Região Sul (ENESUL) e o 5º Encontro de Peritos em Economia e Finanças da Região Sul, em Florianópolis (SC).

O Conselho também apoiou o 63º Congresso da SOBER, o 5° Encontro Gaúcho de Educação Financeira (EGEF) e o 12° Encontro de Economia Gaúcha (EEG).

Visando o fortalecimento da categoria, realizamos lives sobre a inserção da mulher economista no mercado de trabalho, perícia econômico-financeira, agronegócio e mercado financeiro.

A presidência e os conselheiros representaram a entidade em aulas inaugurais e palestras em diversas instituições de ensino.

Dezembro foi marcado pela tradicional solenidade de premiação nas categorias Economista do Ano e demais reconhecimentos acadêmicos e profissionais.

O Corecon-RS reforça seu compromisso com o crescimento da classe e espera que, em 2026, possamos continuar contando com os Economistas do Rio Grande do Sul.

Até 2026!
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ARTIGOS-ATUALIZADO

O Brasil e a Economia dos Transplantes

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Tallys Kalynka Feldens

Economista da Secretaria de Estado de Saúde
do Paraná (Sesa-PR), 
Mestre e Doutoranda
em Desenvolvimento Econômico na UFPR

Corecon-PR Nº 8493

 

Como está o Brasil, comparativamente aos demais países da América Latina, na oferta de doações de órgãos para transplante?

Os dados de 2019 indicam que o Brasil é o segundo maior transplantador do mundo, apenas atrás dos EUA (ABTO, 2020). Em relação à América Latina, o Brasil (18,1) está atrás do Uruguai (22,86) e da Argentina (19,6), em termos de doadores falecidos por milhão da população (IRODAT, 2021).

De que forma a legislação brasileira tem facilitado ações nesse sentido?

A legislação brasileira é do tipo opt-in, ou seja, nenhum indivíduo é considerado doador a não ser que a família do falecido expresse o desejo de doar os órgãos. Para os órgãos em que é possível a doação em vida, a legislação permite que seja realizada para cônjuges ou parentes até 4º grau, ou outra pessoa, mediante autorização judicial (Lei nº 9.434/1997).

Os governos têm facilitado, através de políticas sociais, a ampliação de doações de órgãos?

A maioria das secretarias dos estados apoia o movimento nacional “Setembro Verde” pela doação de órgãos, através de passeatas, palestras, banners, vídeos e programas de rádio. No dia 27 de Setembro é comemorado o Dia Nacional do Doador de Órgãos, onde, em muitos lugares, são realizadas cerimônias religiosas de homenagem aos doadores, bem como ações de conscientização Brasil afora.

No entanto, na pesquisa que tenho realizado, os resultados sugerem que as ações do Ministério da Saúde não estão sendo eficazes.
Sobre o que trata a sua pesquisa?

Minha dissertação em Economia dos Transplantes possui dois ensaios. Um deles visa responder como a mídia pode contribuir com a conscientização pela doação de órgãos; e o outro explora as relações de incentivo entre doação de doador cadáver e doador vivo.

E como a mídia, jornais, programas de rádio e televisão ou campanhas têm ajudado a ampliar o número de doações?

A doação de órgãos é um ato de generosidade e altruísmo que encanta a população. Uma vez ou outra aparecem histórias emocionantes na mídia sobre doação. Celebridades cujas famílias autorizaram a coleta dos órgãos, como no caso do apresentador Gugu Liberato, bem como de pacientes que recuperaram esperança ao receber um órgão. Também é bastante comum que as novelas exponham esse tema, devido à alta carga dramática que possui. A televisão ajuda a criar um cenário que promove a conscientização e propicia conversas sobre o assunto, e de acordo com as nossas estimativas, possui praticamente o mesmo impacto em número de doações de aparelhar o sistema com mais equipes transplantadoras, por exemplo.

O que falta para adquirirmos uma cultura mais eficiente de doação de órgãos?

É necessário que as pessoas tenham acesso a informações de como funciona o processo de doação e alocação de órgãos. Com isso, eu acredito que é possível que haja um maior conhecimento e confiança nas instituições envolvidas, permitindo, em caso de ser necessário tomar uma decisão sobre doação, possamos decidir com segurança e altruísmo.
Link para a dissertação completa: https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/71555

 

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