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Mês do Economista

MÊS DO ECONOMISTA

Em comemoração ao Mês do Economista, o Corecon-RS, em parceria com a Editora Libretos, preparou um presente especial para os profissionais e estudantes da área.

Especializada em humanidades, história local e poesia, a Libretos destaca a literatura de autores gaúchos em uma curadoria cuidadosa.

É o momento perfeito para valorizar a nossa cultura e renovar a sua estante.

Aproveite este benefício e boa leitura!

Desconto: 15% OFF
Cupom: ECONOMISTA2026
Onde aplicar: www.libretos.com.br

#CORECONRS2026

Dia do Economista

Dia do Economista

A sociedade ganha força quando impulsionada por quem constrói o futuro.

Analisar cenários, planejar recursos, guiar investimentos e transformar desafios em oportunidades. O trabalho dos economistas vai muito além dos números: trata-se de impacto real na vida das pessoas, no desenvolvimento das empresas e no crescimento de todo o Rio Grande do Sul e do Brasil.

Neste Dia do Economista, o Corecon-RS homenageia todos os profissionais que dedicam seu conhecimento técnico e visão estratégica para edificar um amanhã mais próspero, justo e sustentável.

Parabéns, Economistas!

#CORECONRS2026

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Dia do Economista – 2026

No Dia do Economista, o Corecon-RS celebrou a vocação de entender e transformar a sociedade, homenageando trajetórias que construíram a história da nossa profissão no Rio Grande do Sul.

Homenagens especiais:

  • 50 anos de registro ativo: Lauro Nestor Renck (ex-presidente)
  • 45 anos de registro ativo: Carlos Alberto da Rosa Abel (ex-vice-presidente)
  • 35 anos registro ativo: Tiago Wickstrom Alves (ex-vice-presidente)

Conhecimento e História em Destaque:

  • Jubileu de Ouro (50 anos de formados): Homenagem especial ao ex-vice-presidente Aristóteles da Rosa Galvão e a toda a Turma de Economia de 1976 da PUCRS.
  • Lançamento de Livro: Celebrando a constante contribuição do ex-vice-presidente Mauro Salvo, palestrante assíduo do Conselho que nos presenteia com sua nova obra.

Parabéns pelo nosso dia!

#CORECONRS

2026 – Presidência

Nesta quarta-feira, 07/01, o CORECON-RS deu início a um novo ciclo. Tomaram posse os novos conselheiros efetivos e suplentes, renovando um terço do nosso Plenário para o triênio 2026-2028.

A Gestão 2026 segue sob a liderança do Presidente Rodrigo de Assis e da Vice-Presidente Angélica Massuquetti.

Seguimos comprometidos com o fortalecimento da nossa profissão e com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul!
CORECON-RS – 2026

2025 – Retrospectiva

O Corecon-RS consolidou seu papel na economia gaúcha e nacional em 2025!

Neste ano, sediamos em Porto Alegre (RS) o XXVI Congresso Brasileiro de Economia, realizado em parceria com o Cofecon.

Promovemos também o 29º Encontro de Economistas da Região Sul (ENESUL) e o 5º Encontro de Peritos em Economia e Finanças da Região Sul, em Florianópolis (SC).

O Conselho também apoiou o 63º Congresso da SOBER, o 5° Encontro Gaúcho de Educação Financeira (EGEF) e o 12° Encontro de Economia Gaúcha (EEG).

Visando o fortalecimento da categoria, realizamos lives sobre a inserção da mulher economista no mercado de trabalho, perícia econômico-financeira, agronegócio e mercado financeiro.

A presidência e os conselheiros representaram a entidade em aulas inaugurais e palestras em diversas instituições de ensino.

Dezembro foi marcado pela tradicional solenidade de premiação nas categorias Economista do Ano e demais reconhecimentos acadêmicos e profissionais.

O Corecon-RS reforça seu compromisso com o crescimento da classe e espera que, em 2026, possamos continuar contando com os Economistas do Rio Grande do Sul.

Até 2026!
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#CORECONRS

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Produzir para aprender: o motor oculto do crescimento econômico

Este artigo, de autoria do economista e conselheiro do Corecon-RS Giacomo Balbinotto Neto, foi publicado na seção Opinião do Jornal do Tocantins em 4 de agosto de 2026.

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As Eleições Corecon-RS 2026 já têm data marcada! Nos dias 28, 29 e 30 de outubro de 2026

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ARTIGOS-ATUALIZADO

Venezuela: setor produtivo desmantelado

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sary levy carciente

 

 

Sary Levy Carciente
Economista, professora da Facultad de Ciencias Económicas y Sociales/Universidad Central de Venezuela (UCV)

 


Como está hoje a situação na Venezuela?
A situação venezuelana neste momento está bastante crítica, agravada pela combinação de diferentes fatores e com grandes dimensões. Tratam-se de sérios problemas, tanto no plano econômico, político, social, do ponto de vista tecnológico, enfim. A Venezuela está mergulhada num clima de recessão, corrupção, com um alto déficit público e inflação. Hoje, 80% da população encontra-se no grau de pobreza, o salário mínimo, em torno de 19 mil bolívares, e a inflação a quase 800% ao ano.

Como a senhora vê a capacidade produtiva da Venezuela, em setores importantes como indústria e agricultura?
No plano econômico, de uma forma geral, o setor produtivo está praticamente desmantelado, com muito poucas indústrias que estão conseguindo sobreviver. As cadeias produtivas demostram um alto nível de estrangulamento de suas produções, sem recursos, com problemas de energia elétrica ou de pessoal. Enfim, inúmeros problemas. Há momentos em que não se consegue compreender a lógica do setor público, quando se poderia produzir, pelo menos, farinha, que é um bem tão essencial ao povo venezuelano. De qualquer forma, espera-se, acima de tudo, que toda essa conjuntura deixe de ser um problema e passe a ser uma oportunidade em busca do resgate da economia venezuelana. Para isso, tem que haver uma mudança de enfoque, em que o setor privado não seja mais considerado um inimigo, mas um aliado na busca da construção do desenvolvimento do País.

Onde inicou o problema?
Essa situação venezuelana de hoje é resultado de um projeto que se auto define Socialismo do Século 21, que iniciou em 1999, e que vai se transformando ao longo do tempo. De uma fase, que nasceu como uma terceira via, passa a um sistema com forte presença do setor público na economia, e logo se apresenta como socialista até chegar à fase comunal, em 2013, quando a economia começa a manifestar de forma muito clara um conjunto muito forte de restrições. Isso, nos faz concluir que o modelo está fracassado em seus objetivos, por não atender as necessidades básicas materiais da população, assim como, também, as necessidades de liberdade política e de satisfação social.

Qual a saída?
A saída tem que passar por um processo que se gere a partir da união de toda a população venezuelana. Obviamente implica uma mudança profunda no modelo de produção, tanto política como econômica, na qual a democracia e a liberdade passem a ser fundamentais, com impactos no desenvolvimento da capacidade de busca da liberdade dos cidadãos. Um projeto ao qual o governo, como administrador do Estado, se dedique a favorecer políticas que promova oportunidades para que os cidadãos se desenvolvam abertamente.

Esse caminho pode ser alcançado ainda neste governo?
Lamentavelmente este governo não tem querido ouvir o clamor popular. E pode-se ver, como uma alternativa própria de conserto constitucional venezuelano, que a Venezuela se encaminha, neste momento, para um referendo revocatório que permitiria, de uma forma pacifica, constitucional e eleitoral, sair do atual governo e buscar um outro que permita, primeiro a estabilidade econômica e política, e, logo, favorecer o crescimento e a inclusão.

A senhora vê semelhanças entre os governos chaves e lula, quando, em determinado momento, teriam deixado de aproveitar a popularidade interna e os bons resultados da economia, para fazerem reformas necessárias em seus países?
Ambos os governos manifestam cercanias ideológicas em algum momento, inclusive, perspectivas sobre a forma de desenvolver a sociedade. Mas, definitivamente, eu não me atreveria a dizer que sejam iguais. Até porque o fracasso econômico venezuelano não está presente em seus mesmos níveis, no Brasil. Possuem semelhanças ideológicas, mas também têm uma referência fundamental, que é a presença do setor privado na economia que está no Brasil e que permite seu funcionamento assim como o funcionamento de uma institucionalidade que hoje permite à população revisar feitos do passado sem que por eles se gerem conflitos violentos na sociedade.

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