Nesta quarta-feira, 07/01, o CORECON-RS deu início a um novo ciclo. Tomaram posse os
novos conselheiros efetivos e suplentes, renovando um terço do nosso Plenário para o
triênio 2026-2028.
A Gestão 2026 segue sob a liderança do Presidente Rodrigo de Assis e da Vice-Presidente
Angélica Massuquetti.
Seguimos comprometidos com o fortalecimento da nossa profissão e com o desenvolvimento
do Rio Grande do Sul!
CORECON-RS – 2026
2025 – Retrospectiva
O Corecon-RS consolidou seu papel na economia gaúcha e nacional em 2025!
Neste ano, sediamos em Porto Alegre (RS) o XXVI Congresso Brasileiro de Economia, realizado em parceria com o Cofecon. Promovemos também o 29º Encontro de Economistas da Região Sul (ENESUL) e o 5º Encontro de Peritos em Economia e Finanças da Região Sul, em Florianópolis (SC), em conjunto com o Corecon-SC e o Corecon-PR. Ambos os eventos reuniram renomados especialistas do país e do exterior.
O Conselho também apoiou o 63º Congresso da SOBER, o 5° Encontro Gaúcho de Educação Financeira (EGEF) e o 12° Encontro de Economia Gaúcha (EEG), espaços que integraram pesquisadores acadêmicos e profissionais em debates estratégicos.
Visando o fortalecimento da categoria, realizamos lives sobre a inserção da mulher economista no mercado de trabalho, perícia econômico-financeira, agronegócio e mercado financeiro. Além disso, consolidamos uma parceria com o Corecon-SP para oferecer acesso a uma plataforma de cursos gratuitos e com descontos.
A presidência e os conselheiros representaram a entidade em aulas inaugurais, semanas acadêmicas e palestras em instituições de ensino como UFRGS, UNISC, CESUCA, UFSM, UPF, UFPEL e Ibmec BH, estreitando os laços com as coordenações dos cursos de Ciências Econômicas.
Dezembro foi marcado pela tradicional solenidade de premiação nas categorias Economista do Ano, Economista Destaque Especial, Economista Destaque In Memoriam, Jornalista de Economia, além de reconhecer os autores de Dissertações de Mestrado, Monografias, Artigos Técnicos e Reportagens.
O Corecon-RS reforça seu compromisso com o crescimento da classe e espera que, em 2026, possamos continuar contando com os Economistas do Rio Grande do Sul para construir novas oportunidades e qualificar ainda mais nossa profissão.
Até 2026!
Prazo para comunicação ao COAF encerra em 31 de janeiro de 2026
O Conselho Regional de Economia da 4ª Região RS informa que 31 de janeiro de 2026 é o prazo para os profissionais da área de Economia comunicarem a Entidade sobre a NÃO OCORRÊNCIA ...
- Universidades, faculdades e centros de pesquisa; - Empresas; - Bancos, financeiras, seguradoras e corretoras de valores; - Banco central; - Bancos de fomento; - Setor público - Fundações; Profissão liberal.
O que faz?
Estuda a Produção, distribuição e Consumo
Mercado de Trabalho
Positivo, como?
- Atividades da Área Financeira; - Projetos de Viabilidade Econômica; - Consultoria e Assessoria Econômica; - Perícia e Auditoria Econômico-Financeira; - Avaliação de Empresas; - Fusões, Aquisições, Incorporações e Recuperação de Empresas; - Projetos de Análise de Impacto Ambiental; - Docência
Mais sobre...
Setor Público É uma área ainda muito procurada, o economista atua com questões macroeconômicas (inflação, déficit público, orçamento, balanço de pagamento e etc). Neste contexto trabalha com análise de dados, estatísticas e previsão de cenários econômicos.
Setor Privado Dado a formação generalista do economista possibilita atuar nas questões microeconômicas, planejamento financeiro, formação de custos e preços (estudos setoriais, objetivando ganho de competitividade por parte das empresas).
Consultoria Atuando como autônomo ou como empresa, o economista pode prestar consultoria, traçando diagnósticos, calcado em análises específicas e propor um plano estratégico de ação e projetos específicos de viabilidade econômica.
Comércio Exterior Ninguém melhor que o economista para analisar e propor alternativas rentáveis de negócios internacionais ou desenvolvimento de novos mercados.
Entidades de Classe e sindicatos, buscando a defesa e os benefícios setoriais. Suas atividades focam as Federações, Associações
Pesquisa Os institutos de pesquisas (FGV, IEPE/UFRGS), FEE, IBGE etc) orientam inúmeras instituições e empresas na tomada de decisões. É um terreno fértil para os economistas trabalharem com análises sócio-econômicos, políticas, demográficas e outros.
Organismos Internacionais Dado a tendência do agrupamento de paises em blocos comerciais, abre-se um imenso campo de trabalho, seja em defesa dos acordos internacionais comerciais ou de desenvolvimento de novas oportunidades.
Meios de Comunicações Os jornais, revistas, emissoras de televisão e rádio necessitam de profissionais atualizados que acompanham e saibam interpretar as mudanças econômicas no País e no mundo, principalmente de forma que possam traduzi-las numa linguagem acessível a população em geral.
Bolsas e Bancos de Investimentos É uma boa área de atuação, na medida que tenha um bom entendimento do mercado financeiro e tendências do mercado mundial. Dessa maneira o economista atua em operações de captação e aplicação de ações e títulos de valores nas corretoras e distribuidoras.
E o futuro?
De uma pesquisa do portal Exame selecionamos alguns caminhos.
- Universidades, faculdades e centros de pesquisa; - Empresas; - Bancos, financeiras, seguradoras e corretoras de valores; - Banco central; - Bancos de fomento; - Setor público - Fundações; Profissão liberal.
O que faz?
Estuda a Produção, distribuição e Consumo
Mercado de Trabalho
Positivo, como?
- Atividades da Área Financeira; - Projetos de Viabilidade Econômica; - Consultoria e Assessoria Econômica; - Perícia e Auditoria Econômico-Financeira; - Avaliação de Empresas; - Fusões, Aquisições, Incorporações e Recuperação de Empresas; - Projetos de Análise de Impacto Ambiental; - Docência
Mais sobre...
Setor Público É uma área ainda muito procurada, o economista atua com questões macroeconômicas (inflação, déficit público, orçamento, balanço de pagamento e etc). Neste contexto trabalha com análise de dados, estatísticas e previsão de cenários econômicos.
Setor Privado Dado a formação generalista do economista possibilita atuar nas questões microeconômicas, planejamento financeiro, formação de custos e preços (estudos setoriais, objetivando ganho de competitividade por parte das empresas).
Consultoria Atuando como autônomo ou como empresa, o economista pode prestar consultoria, traçando diagnósticos, calcado em análises específicas e propor um plano estratégico de ação e projetos específicos de viabilidade econômica.
Comércio Exterior Ninguém melhor que o economista para analisar e propor alternativas rentáveis de negócios internacionais ou desenvolvimento de novos mercados.
Entidades de Classe e sindicatos, buscando a defesa e os benefícios setoriais. Suas atividades focam as Federações, Associações
Pesquisa Os institutos de pesquisas (FGV, IEPE/UFRGS), FEE, IBGE etc) orientam inúmeras instituições e empresas na tomada de decisões. É um terreno fértil para os economistas trabalharem com análises sócio-econômicos, políticas, demográficas e outros.
Organismos Internacionais Dado a tendência do agrupamento de paises em blocos comerciais, abre-se um imenso campo de trabalho, seja em defesa dos acordos internacionais comerciais ou de desenvolvimento de novas oportunidades.
Meios de Comunicações Os jornais, revistas, emissoras de televisão e rádio necessitam de profissionais atualizados que acompanham e saibam interpretar as mudanças econômicas no País e no mundo, principalmente de forma que possam traduzi-las numa linguagem acessível a população em geral.
Bolsas e Bancos de Investimentos É uma boa área de atuação, na medida que tenha um bom entendimento do mercado financeiro e tendências do mercado mundial. Dessa maneira o economista atua em operações de captação e aplicação de ações e títulos de valores nas corretoras e distribuidoras.
E o futuro?
De uma pesquisa do portal Exame selecionamos alguns caminhos.