Nota do Corecon sobre a Adesão do RS ao Regime de Recuperação Fiscal

Ao longo dos últimos anos, o Rio Grande do Sul enfrentou sucessivos déficits orçamentários. Foram raras as ocasiões em que as receitas estaduais superaram as despesas. Esse descasamento entre receitas e despesas foi endereçado, de diferentes formas, pelos mais distintos governos, quase sempre ignorando o problema principal: o crescimento descontrolado e o alto nível do gasto com pessoal.

A má gestão das contas públicas culminou em um alto nível de endividamento e trouxe consequências muito negativas para a sociedade gaúcha. Foram meses de salários atrasados para parte dos servidores estaduais, atrasos nos repasses para municípios, hospitais e fornecedores, além de sucessivos aumentos de impostos. Em um dos momentos mais críticos, o Estado chegou a ter recursos sequestrados pela União, pela falta de pagamento das parcelas da dívida, já que também não conseguia honrar os compromissos financeiros com os seus credores.

Nos últimos anos, foram propostas diversas medidas duras para enfrentar essa situação de calamidade fiscal. Essas medidas foram amplamente discutidas e aprovadas pela maior parte dos gaúchos, através dos seus representantes na Assembleia Legislativa do Estado.

Os impactos dessas profundas reformas, no entanto, serão sentidos apenas no médio e no longo prazos. Mas a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) é condição necessária para que todo o esforço fiscal alcançado até agora não seja perdido.

Por isso, a Plenária do Conselho Regional de Economia apoia a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 48/2022, que está apto para votação na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na próxima terça-feira (10/05). O referido projeto apenas fortalece os mecanismos de controle dos gastos e abre caminho para a homologação do Plano de Recuperação Fiscal. Isso vai permitir que o Estado consiga finalmente trilhar o caminho virtuoso do equilíbrio estrutural das suas finanças. É importante salientar que o equilíbrio orçamentário não é um fim em si mesmo, mas um meio de permitir que o Estado cumpra suas funções básicas sem onerar demasiadamente a população gaúcha com impostos elevados.

 

Porto Alegre, 09 de maio de 2022.

CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO RS

 

Clique AQUI para acessar o documento “Dívida do Estado do RS já foi paga ou precisamos aderir ao RRF para pagá-la?”, de autoria do economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos

Economistas marcam presença no South Summit


Economistas gaúchos marcaram presença, na última semana, no South Summit. Ao longo de três dias, o evento reuniu, em área de 12 mil metros quadrados nas dependências do Cais Embarcadero, em Porto Alegre, mais de 400 palestrantes e meia centena de autores de projetos de startups para discutirem inovação e tecnologia. Iniciado em Madrid, no ano de 2012, o South Summit tornou-se um evento líder no ecossistema da inovação no mundo, e a capital gaúcha como palco da sua primeira edição internacional. E neste cenário, economistas gaúchos também fizeram a sua parte, como painelistas, palestrantes ou, mesmo, como integrantes de comissões julgadoras. 

No dia 4, primeiro dia do evento, o prefeito de Caxias do Sul, economista Adiló Angelo Didomenico, dividiu, com os prefeitos Sebastião Melo, de Porto Alegre, Rafael Valdomiro Greca de Macedo, de Curitiba, Topázio Silveira Neto, de Florianópolis, e Adriano Bornschein Silva, de Joinville, o painel “A Estrada da Tecnologia: Sul em Expansão”, em que foram discutidas as iniciativas de inovação e tecnologia nas principais regiões do Sul do País. No mesmo dia, o economista Irany Sant'Anna Júnior, vice-presidente do Banrisul, participou do painel "Estratégias para a Produção de Alimentos". Na oportunidade, falou sobre as estratégias que os grandes produtores devem adotar para atenderem a uma crescente demanda de alimentos, em um ambiente cada vez mais desafiador.

Na tarde de quinta-feira, dia 5, o economista Alexandre Englert Barbosa, do Banco Cooperativo Sicredi e Economista do Ano 2019, proferiu palestra, com o tema “Os caminhos para a emissão de Títulos Verdes”. Englert apresentou análise sobre as operações sustentáveis, os títulos verdes, empréstimos e as receitas utilizadas para apoiar os projetos que trabalham aliados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Falou sobre a importância de as empresas terem operações sustentáveis como uma estratégia a ser firmemente seguida. Mais tarde, o economista Alexander Nunes Leitzke, gerente de Planejamento do BRDE, participou do workshop "Financiamento para Games e Inovação no setor áudio visual.

Na sexta-feira, último dia do encontro, o economista Aod Cunha de Moraes Junior, membro independente do Comitê de Investimentos SP Ventures, abordou o tema “Putting the B in BRIC - How Tech can Transform the Brazilian Economy”. Ao falar sobre as dificuldades em implementar tecnologias na economia brasileira, Aod disse que, quando se fala em aumento de produtividade, a tecnologia passa a ser fundamental e o mundo atual oferece um conjunto de ferramentas mais acessíveis, de forma mais rápida, do que a algumas décadas atrás. “Mas as pessoas precisam dominar essa tecnologia e, para se ter uma ideia, no Brasil o domínio da língua inglesa, que é um instrumento fundamental, ainda é muito pequeno”, afirmou. Na parte da tarde, foi a vez do economista Paulo Roberto Sbaraini Lunardi, subsecretário da Central de Licitações do Estado do RS, ocupar um dos palcos do evento, com participação no painel “Vendendo para o maior comprador do Brasil”. Abordou as novas formas de contratação pelo setor público, a partir da nova Lei de Licitações e do Marco Legal das Startups.

Também, a economista e consultora do programa Redes de Cooperação do governo do Estado, Juliana Nascimento, marcou presença, ao longo dos últimos dois dias do South Summit, ao participar das bancas julgadoras da competição Future of Work and Industry 5.0, que avaliaram projetos apresentados por 10 startups no espaço The Next Big Thing. Juliana elogiou o alto nível das startups concorrentes e ressaltou o fato de a maioria focar em soluções envolvendo sustentabilidade. Lamentou, no entanto, o pouco número de mulheres comandando os pitches.





Depois de ser iniciado em Madrid em 2012, o South Summit, tornou-se um evento líder no ecossistema de inovação no mundo, e chega a sua primeira edição internacional no Brasil, com sua apresentação num espaço de 12 mil metros quadrados, na área do Embarcadero, em Porto Alegre. Reunirá, até a próxima sexta-feira, dia 6 de maio, cerca de 400 palestrantes e 50 finalistas escolhidos entre os 1.000 projetos inscritos para o Startup Competition.

Pequenos negócios abriram 88% de todas as vagas de empregos em março

Levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas (MPE) expandiram, no último mês de março, a sua participação proporcional na geração de novos postos de trabalho no país.

De acordo com a reportagem da Agência Brasil, o Sebrae informa que o segmento abriu 88,9% de todas as vagas no terceiro mês deste ano. De acordo os dados, os pequenos negócios contabilizaram mais de 1 milhão de admissões e um saldo positivo de 121 mil empregos.

No acumulado do ano, o Brasil já registra um saldo de 615 mil novos postos de trabalho, sendo as micro e pequenas empresas as grandes fornecedoras de emprego, com 430 mil vagas, correspondendo a 70% do total. Por sua vez, o levantamento indica que as médias e grandes empresas registraram um saldo de 148 mil empregos, 24,1% do total.

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro trimestre deste ano, os cenários são relativamente semelhantes. “Todos os portes de empresa apresentaram saldos positivos, sendo que as MPE tiveram resultados quase três vezes maior do que as médias e grandes”.

 

Fonte: Agência Brasil

Leia a matéria completa aqui!

Indústria de máquinas e equipamentos no RS avança no 1º trimestre

- Abimaq RS estima fechar o ano com crescimento de 6% -
 
A Indústria de máquinas e equipamentos criou 2,8 mil postos com carteira assinada de janeiro a março no RS. O setor é um dos destaques dentro do desempenho da indústria no Rio Grande do Sul no início deste ano. Um dos indicativos desse movimento ocorre na contratação de mão de obra. A informação foi publicada em Zero Hora, durante o final de semana.
 
O segmento é o terceiro colocado dentro da indústria de transformação na geração de emprego formal no primeiro trimestre, segundo dados do Ministério do Trabalho e Previdência. Atrás apenas das áreas ligadas ao fumo e ao coureiro calçadista, máquinas e equipamentos criaram 2,8 mil postos com carteira assinada de janeiro a março no Estado – quase 10% do total dentro do grupo.
 
Em ritmo inverso ao cenário nacional, o setor avançou 3,4% em faturamento nos três primeiros meses do ano ante igual período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Indústria de Máquinas e Equipamentos no Rio Grande do Sul (Abimaq-RS). A entidade destaca avanço de 39% nas exportações.
 
O vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos no RS (Abimaq), Hernane Cauduro, afirma que o bom momento na produção de máquinas agrícolas e nas vendas externas são alguns dos motivos que ajudam a explicar o desempenho positivo do setor. No entanto, ele destaca que o ritmo de crescimento deste ano é menor em relação ao observado em 2021. Cauduro aponta que essa desaceleração ocorre após salto nos números entre o segundo semestre de 2020 e 2021 em meio à retomada após o período mais crítico da pandemia:  "Para 2022, nossa expectativa é de um crescimento bem menor do que o constatado em 2021", afirmou.
 
A grande aposta da continuidade do crescimento é nas exportações
A fabricação de máquinas e equipamentos agrícolas carrega o maior saldo na geração de emprego dentro do setor no primeiro trimestre. O presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Estado (Simers), Claudio Bier, reforça que o segmento segue avançando com bom desempenho, puxado pelas vendas para o mercado interno. Mesmo com a estiagem que castigou o Rio Grande do Sul, as vendas seguem em alta diante da demanda de outros Estados, como os do Centro-Oeste, segundo Bier, "Todo mundo pensou que essa seca que tivemos iria abalar o setor, mas não. No restante do Brasil, a safra é muito boa e o preço continua bom". O dirigente destaca que, com base em conversa com integrantes do setor, é possível apurar que o bom ritmo observado em 2021 segue na arrancada deste ano. Esse ambiente aumenta o investimento e respinga em mais contratações e consumo, segundo o executivo.
 
O acumulado do bimestre da pesquisa do IBGE sobre a produção industrial nos Estados também mostra resultado positivo do segmento de máquinas e equipamentos no Rio Grande do Sul. Enquanto a indústria apresentou recuo no levantamento na soma dos dois primeiros meses do ano, o ramo de máquinas e equipamentos avançou 2,4% na produção física.
 
Otimismo mantido
A Abimaq estima que o setor vai fechar o ano com crescimento de cerca de 6%. Mesmo sem recorte estadual deste dado, o vice-presidente da entidade no RS estima que esse percentual poderá ser maior no Estado, principalmente pelo bom desempenho do ramo agrícola. Ele cita como exemplo os bons números da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), encerrada na semana passada. A feira informou R$ 11,2 bilhões em faturamento, levando em conta apenas os segmentos de máquinas, implementos e armazenagem. "A última pesquisa com os empresários do setor mostra que o otimismo continua. Eles estão investindo, contratando, melhorando processos, alguns ampliando fábricas. Ou seja, existe um otimismo. Mais moderado, mas que permite acreditar que esse ano vai ser um ano positivo em termos de crescimento", avalia.
 
O presidente do Simers também projeta permanência do bom ambiente para vendas no setor. Com a demanda aquecida, algumas empresas enfrentam dificuldades para contratar mão de obra e aceitar novos pedidos, segundo o dirigente. "No nosso setor, os seis primeiros meses do ano serão certamente iguais ou melhores do que o mesmo período do ano passado", estima Bier.
 
Fonte: Jornal Zero Hora

"Carinhosamente chamado de PPGE do Mar"


Gibran da Silva Teixeira
Professor da Universidade Federal do Rio Grande (FURG),
Docente Permanente do Curso de Mestrado em Economia do Mar

 

A Universidade Federal do Rio Grande (FURG), através do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada, está disponibilizando, a linha de pesquisa “Economia do Mar”. Capitaneado pelos professores Gibran da Silva Teixeira, Patrizia Raggi Abdallah e um grupo de outros pesquisadores, uma combinação de jovens e experientes docentes/pesquisadores, o curso disponibiliza aos alunos temas vinculados à Economia de Zonas Costeiras e Marinhas e a Economia do Bem-Estar Social.
A linha de pesquisa Economia de Zonas Costeiras e Marinhas aborda problemas relacionados com a economia dos recursos naturais, com foco nos ambientes costeiro e marinho. Nesse conteúdo, são estudados temas como economia das mudanças climáticas, políticas públicas para o mar, uso e conservação da biodiversidade, avaliação econômica de impactos ambientais e humanos, exploração dos recursos naturais, estudos econômicos de setores produtivos (petróleo, gás, pesca e turismo). Já, a Economia do Bem-Estar Social abrange temas que envolvem os problemas relacionados à sociedade e que estão direta ou indiretamente associados a questões de eficiência econômica e social, uma linha da economia tradicional, que envolve as áreas de saúde, saneamento básico, criminalidade, emprego, crescimento econômico, desenvolvimento econômico.

Como surgiu a ideia do Curso sobre Economia do Mar?
O Programa, carinhosamente chamado de PPGE do Mar, nasceu em 2014, através de um esforço muito grande dentro da FURG para que pudéssemos montar um programa de pós-graduação em economia. A vertente com a economia do mar surgiu naturalmente pela vocação institucional da Universidade, voltada aos ecossistemas costeiros e marinhos. E, também de forma natural, construímos alinhamento com as linhas de pesquisas do curso de oceanografia, área em que já vínhamos desenvolvendo algumas pesquisas, especialmente com pesca.

O Programa possui outros focos de atuação?
Atualmente, o Programa vem trabalhando muito com questões ligadas a crédito de carbono, emissão de CO2 da pesca e políticas de subsídios para pesca. Agora estamos entrando forte também em economia portuária, através de um projeto já registrado junto ao CNPQ, que é o RiskPorts, parceria do Programa com a Universidade Federal de Santa Catarina e com a UniVali”. Da mesma forma, estamos realizando assessoramento a agências de regulação, como o caso da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), com o desenvolvimento de uma metodologia para aplicar em empresas que prestam serviços de travessias, como balsas e outras embarcações. Também desenvolvemos uma parceria com a Marinha do Brasil, em que nossos professores ministram aulas dentro da escola de formação de oficiais, consolidando-se aí uma relação institucional entre a Marinha do Brasil e a Universidade.

Como está montada a estrutura curricular do curso de mestrado em Economia do Mar?
Nosso programa foi pensado inicialmente dentro da perspectiva de Mestrado, de durar dois anos, ou 24 meses. Temos o corpo do curso, que é formado com as disciplinas de Economia, de Pós-graduação em Economia, que são Microeconomia, Macroeconomia, Economia Matemática, Econometria. Dentro das optativas, nós temos as disciplinas de Economia dos Recursos Naturais e Economia Regional também voltada a problemas costeiros, que trabalha muito a parte de desenvolvimento regional sustentável, principalmente com a avaliação de impacto, mais com uma perspectiva de avaliação de impacto via modelos de matriz de insumo-produto e equilíbrio geral computável, com a perspectiva de tentar entender os efeitos de infraestrutura, como mudança na matriz energética, impacto da construção de parques eólicos e infraestrutura no geral, sobre variáveis econômicas e ambientais. Temos, também, uma disciplina voltada à avaliação de impacto de políticas públicas, numa perspectiva econométrica, que é a de Métodos de Avaliação de Políticas Públicas, em que a gente vem fortalecendo a área de aplicação em economias de zonas costeiras e marinhas, e não só na economia do mar em si, mas também em questões como saneamento básico, por exemplo.

De que forma vem sendo avaliado o Curso?
Tivemos uma primeira avaliação do curso em 2017, sobre os anos de 2013, 2014, 2015 e 2016 com nota 3 na CAPES, e agora fomos para uma segunda avaliação, que ainda não sabemos o resultado, sobre o quadriênio de 2017, 2018, 2019 e 2020. Mas estamos muito otimistas com a possibilidade de avançarmos para uma nota 4.

Quais as expectativas?
Nosso programa é jovem e tem uma perspectiva futura bacana, já que está crescendo muito o interesse dos alunos e da mídia, tentando entender como promover um crescimento econômico de maneira sustentável, como explorar de maneira sustentável alguns recursos, principalmente no caso de recursos marinhos, e como abordar melhor as questões climáticas e seus efeitos dentro de uma gestão de economia portuária, por exemplo, que é o que trabalhamos no projeto RiskPorts. Tentar entender quais são os efeitos gerados pelas mudanças climáticas, numa linha de frequência de eventos extremos, e tentar entender estes impactos via custos de transportes portuários, porque isso tem impacto e por que gera aumento de custos e quanto é este curso. Também, além disso, estamos fazendo experimentos para o porto de Rio Grande, porto de Itapoá e porto de São Francisco do Sul, localizados em Santa Catarina.

A quem é dirigido o Curso da Economia do Mar?
É dirigido a qualquer aluno que tenha ensino superior. E nós temos recebido alunos com formação em Matemática, Estatística, Ciências Contábeis e Economia, que são basicamente a nossa matéria prima. Na grande maioria, os nossos egressos estão sendo bem recepcionados pelo mercado de trabalho ou por programas de doutoramento, o que nos deixa muito felizes.

Quais as principais produções acadêmicas do Programa?
Algumas pesquisas de nossos docentes, em especial a Professora Patrízia Raggi Abdallah, já foram publicadas em revistas de grande de relevância científica, como Science, Nature, Ecological Economics e Fisheries Research, dentre outras. Dentre elas, as seguintes:
MACHADO, FÁBIO LUIZ VARGAS ; HALMENSCHLAGER, VINÍCIUS ; ABDALLAH, PATRÍZIA RAGGI ; TEIXEIRA, Gibran da Silva ; SUMAILA, USSIF RASHID . The relation between fishing subsidies and CO2 emissions in the fisheries sector. ECOLOGICAL ECONOMICS , v. 185, p. 107057, 2021.
CARDOSO, LUÍS GUSTAVO ; HAIMOVICI, MANUEL; ABDALLAH, PATRÍZIA RAGGI ; SECCHI, EDUARDO RESENDE ; KINAS, PAUL GERHARD . Prevent bottom trawling in southern Brazil. SCIENCE , v. 372, p. 138-138, 2021.
SUMAILA, U. R. ; WALSH, M. ; HOAREAU, K. ; COX, A. ; TEH, L. ; ABDALLAH, P. R. ; AKPALU, W. ; ANNA, Z. ; BENZAKEN, D. ; CRONA, B. ; FITZGERALD, T. ; HEAPS, L. ; ISSIFU, I. ; KAROUSAKIS, K. ; LANGE, G. M. ; LELAND, A. ; MILLER, D. ; SACK, K. ; SHAHNAZ, D. ; THIELE, T. ; VESTERGAARD, N. ; YAGI, N. ; ZHANG, J. . Financing a sustainable ocean economy. Nature Communications , v. 12, p. 1-11, 2021
SUMAILA, USSIF RASHID ; SKERRITT, D. ; SCHUHBAUER, A. ; VILLASANTE, C.S. ; CISNEROS-MONTEMAYOR, A. M. ; SINAN, H. ; BURNSIDE, D. ; ABDALLAH, P. R. ; ABE, K. ; et al. . WTO must ban harmful fisheries subsidies. SCIENCE , v. 374, p. 544, 2021.
RICCI RODRIGUES, AMANDA ; RAGGI ABDALLAH, PATRÍZIA ; GASALLA, MARIA A. . Cost structure and financial performance of marine commercial fisheries in the South Brazil Bight. FISHERIES RESEARCH , v. 210, p. 162-174, 2019

Clique AQUI para maiores informações

Economistas encerram participação no South Summit

 
O economista Aod Cunha de Moraes Junior, membro independente do Comitê de Investimentos SP Ventures palestrou, na manhã de sexta-feira, dia 6, último dia do South Summit, sobre  “Putting the B in BRIC - How Tech can Transform the Brazilian Economy”. Ao falar sobre as dificuldades em implementar tecnologias na economia brasileira, Aod disse que, quando se fala em aumento de produtividade, a tecnologia passa a ser fundamental e o mundo atual oferece um conjunto de ferramentas mais acessíveis, de forma mais rápida, do que a algumas décadas atrás. “Mas as pessoas precisam dominar essa tecnologia e, para se ter uma ideia, no Brasil o domínio da língua inglesa, que é um instrumento fundamental, ainda é muito pequeno”, afirmou.

Na parte da tarde, foi a vez do economista Paulo Roberto Sbaraini Lunardi, subsecretário da Central de Licitações do Estado do RS, ocupar um dos palcos do evento, com participação no painel “Vendendo para o maior comprador do Brasil”. Abordou as novas formas de contratação pelo setor público, a partir da nova Lei de Licitações e do Marco Legal das Startups.
 
 
 
 
 
Juliana2
A economista e consultora do programa Redes de Cooperação do governo do Estado, Juliana Nascimento, participou, ao longo dos últimos dois dias do South Summit, das bancas julgadoras da competição Future of Work and Industry 5.0, que avaliaram projetos apresentados por 10 startups no espaço The Next Big Thing, e que teve como vencedora a Yours Bank, que, além de banco digital, é uma plataforma que trabalha com educação financeira voltada ao público jovem. Juliana elogiou o alto nível das startups concorrentes e ressaltou o fato de a maioria focar em soluções envolvendo sustentabilidade. Lamentou, no entanto, o pouco número de mulheres comandando os pitches.

 
 
 
 
Em um dos painéis ocorridos no dia 4, primeiro dia do South Summit, o prefeito de Caxias do Sul, economista Adiló Angelo Didomenico, dividiu, com os prefeitos Sebastião Melo, de Porto Alegre, Rafael Valdomiro Greca de Macedo, de Curitiba, Topázio Silveira Neto, de Florianópolis, e Adriano Bornschein Silva, de Joinville, o painel “A Estrada da Tecnologia: Sul em Expansão”, em que foram discutidas as iniciativas de inovação e tecnologia nas principais regiões do Sul do País.

 
No mesmo dia, o economista Irany Sant'Anna Júnior, vice-presidente do Banrisul, participou do painel "Estratégias para a Produção de Alimentos". Na oporunidade, falou sobre as estratégias que os grandes produtores devem adotar para atenderem a uma crescente demanda de alimentos, em um ambiente cada vez mais desafiador.
 
 
  

O economista Alexandre Englert Barbosa, do Banco Cooperativo Sicredi e Economista do Ano 2019, proferiu palestra, na tarde de quinta-feira, dia 5. Com o tema “Os caminhos para a emissão de Títulos Verdes”, apresentou análise sobre as operações sustentáveis, os títulos verdes, empréstimos e as receitas utilizadas para apoiar os projetos que trabalham aliados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Falou sobre a importância de as empresas terem operações sustentáveis como uma estratégia a ser firmemente seguida.
 
 
 
Mais tarde, o economista Alexander Nunes Leitzke, gerente de Planejamento do BRDE, participou do workshop "Financiamento para Games e Inovação no setor áudio visual.

Depois de ser iniciado em Madrid em 2012, o South Summit, tornou-se um evento líder no ecossistema de inovação no mundo, e chega a sua primeira edição internacional no Brasil, com sua apresentação num espaço de 12 mil metros quadrados, na área do Embarcadero, em Porto Alegre. Reunirá, até a próxima sexta-feira, dia 6 de maio, cerca de 400 palestrantes e 50 finalistas escolhidos entre os 1.000 projetos inscritos para o Startup Competition.
 
 

Economistas abordam Títulos Verdes e financiamento para Games e Inovação em mais um dia de South Summit


O economista Alexandre Englert Barbosa, do Banco Cooperativo Sicredi e Economista do Ano 2019, proferiu palestra, na tarde da última quinta-feira, dia 5, no South Summit, que está acontecendo desde ontem no Cais Embarcadero, no Centro Histórico de Porto Alegre. Com o tema “Os caminhos para a emissão de Títulos Verdes”, apresentou análise sobre as operações sustentáveis, os títulos verdes, empréstimos e as receitas utilizadas para apoiar os projetos que trabalham aliados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Alexandre Barbosa falou sobre a importância de as empresas terem operações sustentáveis como uma estratégia a ser firmemente seguida. Disse que o cooperativismo de crédito está intimamente ligado com à sustentabilidade, já que é uma instituição de associados e que trabalha com os recursos dos associados. “É fundamental priorizarmos a sustentabilidade, não apenas financeira, mas, também, como forma de cuidar das comunidades onde estão presentes”.

Mais tarde, o economista Alexander Nunes Leitzke, gerente de Planejamento do BRDE, participou do workshop "Financiamento para Games e Inovação no setor áudio visual.

Em um dos painéis ocorridos ontem, o prefeito de Caxias do Sul, economista Adiló Angelo Didomenico, dividiu, com os prefeitos Sebastião Melo, de Porto Alegre, Rafael Valdomiro Greca de Macedo, de Curitiba, Topázio Silveira Neto, de Florianópolis, e Adriano Bornschein Silva, de Joinville, o painel “A Estrada da Tecnologia: Sul em Expansão”, em que foram discutidas as iniciativas de inovação e tecnologia nas principais regiões do Sul do País.

No mesmo dia, o economista Irany Sant'Anna Júnior, vice-presidente do Banrisul, participou do painel "Estratégias para a Produção de Alimentos". Na oporunidade, falou sobre as estratégias que os grandes produtores devem adotar para atenderem a uma crescente demanda de alimentos, em um ambiente cada vez mais desafiador.

Amanhã, último dia do evento, participarão os economistas Aod Cunha de Moraes Junior, membro independente do Comitê de Investimentos SP Ventures, e Paulo Roberto Sbaraini Lunardi, subsecretário da Central de Licitações do Estado. Aod Cunha falará, às 10h, sobre “Putting the B in BRIC - How Tech can Transform the Brazilian Economy”, e Lunardi abordará, às 14h30min, o tema "Vendendo para o maior comprador do Brasil".

Depois de ser iniciado em Madrid em 2012, o South Summit, tornou-se um evento líder no ecossistema de inovação no mundo, e chega a sua primeira edição internacional no Brasil, com sua apresentação num espaço de 12 mil metros quadrados, na área do Embarcadero, em Porto Alegre. Reunirá, até a próxima sexta-feira, dia 6 de maio, cerca de 400 palestrantes e 50 finalistas escolhidos entre os 1.000 projetos inscritos para o Startup Competition.

Prefeito de Caxias, economista Adiló Didomenico, fala sobre iniciativas de inovação no primeiro dia do South Summit

O prefeito de Caxias do Sul, economista Adiló Angelo Didomenico, foi um dos painelistas do primeiro dia do South Summit, que iniciou nesta quarta-feira, dia 4, em Porto Alegre. Dividiu o painel “A Estrada da Tecnologia: Sul em Expansão”, que discutiu as iniciativas de inovação e tecnologia nas principais regiões do Sul do País, e que também teve como painelistas os prefeitos Sebastião Melo, de Porto Alegre, Rafael Valdomiro Greca de Macedo, de Curitiba, Topázio Silveira Neto, de Florianópolis, e Adriano Bornschein Silva, de Joinville.

Mais tarde, o economista Irany Sant'Anna Júnior, vice-presidente do Banrisul, participou do painel "Estratégias para a Produção de Alimentos". Na oporunidade, falou sobre as estratégias que os grandes produtores devem adotar para atenderem a uma crescente demanda de alimentos, em um ambiente cada vez mais desafiador.

Nesta quinta-feira, dia 5, às 14h55min, acontece o painel “Os caminhos para a emissão de Títulos Verdes”, que terá entre os participantes o economista Alexandre Englert Barbosa, do Banco Cooperativo Sicredi e Economista do Ano 2019. O painel abordará as operações sustentáveis, os títulos verdes, empréstimos e as receitas utilizadas para apoiar os projetos que trabalham aliados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Às 17 horas, o economista Alexander Nunes Leitzke, gerente de Planejamento do BRDE, participará do workshop "Financiamento para Games e Inovação no setor áudio visual.

Na sexta-feira, dia do encerramento do evento, participarão os economistas Aod Cunha de Moraes Junior, membro independente do Comitê de Investimentos SP Ventures, e Paulo Roberto Sbaraini Lunardi, subsecretário da Central de Licitações do Estado. Aod Cunha falará, às 10h, sobre “Putting the B in BRIC - How Tech can Transform the Brazilian Economy”, e Lunardi abordará, às 14h30min, o tema "Vendendo para o maior comprador do Brasil".

Depois de ser iniciado em Madrid em 2012, o South Summit, tornou-se um evento líder no ecossistema de inovação no mundo, e chega a sua primeira edição internacional no Brasil, com sua apresentação num espaço de 12 mil metros quadrados, na área do Embarcadero, em Porto Alegre. Reunirá, até a próxima sexta-feira, dia 6 de maio, cerca de 400 palestrantes e 50 finalistas escolhidos entre os 1.000 projetos inscritos para o Startup Competition.

Setor público consolidado registra superávit em fevereiro

O setor público consolidado registrou, em fevereiro de 2022, superávit primário de R$3,4 bilhões, ante déficit primário de R$11,8 bilhões em fevereiro de 2021. Segundo as estatísticas fiscais divulgadas pelo Banco Central na última segunda-feira (2), enquanto governos regionais e empresas estatais registraram superávit de R$20,2 bilhões e R$2,5 bilhões no mês, o governo central registrou déficit de R$ 19,2 bilhões. Nos doze meses encerrados em fevereiro, o superávit primário do setor público consolidado atingiu R$123,4 bilhões, equivalente a 1,40% do Produto Interno Bruto (PIB).

Por outro lado, o Banco Central informa que o resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$22,5 bilhões em fevereiro. No acumulado em doze meses, o déficit nominal alcançou R$299,1 bilhões (3,38% do PIB), ante déficit nominal de R$317,5 bilhões (3,62% do PIB) em janeiro de 2022.

Também foram apresentados dados sobre as dívidas líquida e bruta do país, onde a líquida atingiu 57,1% do PIB, e a bruta 79,2%.

Veja o relatório completo aqui!

Gestão da CAAPE debate propostas de trabalho

A Gestão da Comissão de Auditoria, Avaliação e Perícias Econômico-Financeiras (CAAPE), do Conselho Regional de Economia do RS (Corecon-RS), reuniu-se, na tarde de terça-feira, dia 3, para discutir propostas de trabalho da categoria para este ano. Na pauta, a participação dos economistas peritos gaúchos no 3° Encontro dos Economistas Peritos de Santa Catarina, cursos de perícia e a atuação junto à Associação dos Peritos da Justiça do Trabalho (Apejust). Participaram do encontro os economistas peritos Aristóteles da Rosa Galvão (vice-presidente do Corecon-RS), Gustavo da Cunha Raupp ( Comissão de Auditoria, Avaliação e Perícias Econômico-Financeiras do Corecon-RS/CAAPE), Fabíola Torres, Giovani Mota Moreira e Taylor Fávero Guedes.

Página 26 de 127