Corecon na formatura da Furg

O conselheiro do Corecon-RS, economista João Carlos Medeiros Madail, representou a Entidade, na solenidade de graduação do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), que ocorreu no último sábado, dia 17, no Cidec. Graduaram-se Wagner dos Santos Nunes, Nathalia Neves de Souza, Pamela Kilian, Yohana Lopes Avila, Gustavo Augusto Analise Ferreira, Jennifer Cardozo Lemos, Lucas Fonseca Sabino da Silva, Guilherme Minasi de Cocian, Ismael Machado da Silva Furg1Costa, Millene Julio Ribeiro, Victoria Beatriz Lessa Rosolem, Vithor Cunha de Oliveira e Breno Oliveira Enke. A estudante Victoria Rosolem, na foto com o conselheiro Madail, foi a Aluna Destaque.

 

 


No dia 27 de agosto, o conselheiro federal e ex-presidente do Corecon-RS, economista Clovis Meurer, já havia participado da solenidade de colação de grau dos estudantes da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo.

 

 

No dia 6, o vice-presidente do Corecon-RS, economista Aristóteles Galvão, acompanhou a colação de grau da turma de formandos do curso de Ciências Econômicas da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e, no dia anterior, da graduação dos alunos da Pontifícia Universidade Católica do RS (Pucrs), ocorrida no Salão de Atos da Universidade.

Conselheiros do Corecon-RS, professores e outros economistas vêm acompanhando as formaturas dos Cursos de Ciências Econômicas e de Relações Internacionais das universidades do Rio Grande do Sul, com o intuito de estreitar ainda mais as relações com os alunos e com as instituições acadêmicas.

 

Economista perito participa de Fórum da UFN, em Santa Maria



O economista perito, integrante da Comissão de Auditoria, Avaliação e Perícias Econômico-Financeiras (CAAPE) do Corecon-RS, Giovani Mota Moreira, participou no dia 14, quarta-feira, do IV Fórum Integrado de Negócios, em Santa Maria. O evento foi promovido pela Universidade Franciscana (UFN), em parceria dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Tecnólogos EAD da universidade.

Na oportunidade, o economista, representando o Corecon-RS, participou de mesa redonda com representantes dos outras entidades de classe e abordou a importância dos conselhos de profissões regulamentadas como agentes de integração entre o profissional e o mercado de trabalho. Enfatizou a atribuição de fiscalizar, registrar e orientar os economistas, ressaltando que o sistema Cofecon/Corecons também se preocupa com a qualificação dos estudantes de ciências econômicas, assim como dos profissionais no mercado de trabalho cada vez mais competitivo.

 

Sebrae-RS Promove 1º Fórum ESG da Indústria

O Sebrae RS está promovendo a 1ª edição do Fórum ESG da Indústria. O evento gratuito acontece em parceria com o Conselho de Meio Ambiente – CODEMA da Fiergs no dia 22 de setembro, a partir das 9h, no Plenário Mercosul, na sede da instituição (Av. Assis Brasil, 8787). 

O encontro faz parte das iniciativas do Polo Sebrae de Indústria – reconhecimento dado pelo Sebrae Nacional à organização no Estado. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no site https://cutt.ly/nCzpAGH. O evento também será transmitido no Youtube da Fiergs e do Sebrae RS.

Unipampa promove 14º Siepe


A Universidade Federal do Pampa (Unipampa) está promovendo o 14º Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão. Com o tema “Educação + Ciência = Independência”, o evento busca discutir as equações que podem descrever o lugar da ciência e da educação na construção da independência: de pensamento; de tecnologia; de inovação e de desenvolvimento; do Brasil e do mundo. 

As palestras e as apresentações do evento serão transmitidas canal do Siepe no YouTube e os apresentadores irão interagir ao vivo com os participantes durante os horários das sessões através da plataforma.

O evento será realizado virtualmente, e as inscrições gratuitas podem ser realizadas clicando aqui!

La Salle divulga Carta do Mercado de Trabalho

A Universidade La Salle divulgou a Carta do Mercado de Trabalho, produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, onde apresenta dados sobre o mercado de trabalho formal no Brasil, Rio Grande do Sul e do município de Canoas, no período de janeiro a julho de 2022. O estudo usa os registros do Novo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED), disponibilizados pelo Ministério da Economia.

A pesquisa apresenta dados como a evolução mensal de vínculos empregatícios durante o período analisado, analisando setores como o agropecuário, comércio, construção, indústria e serviços. 

Clique aqui para ler o estudo completo!

Ufrgs abre processo seletivo para mestrado profissional em Economia

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está realizando processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação Profissional em Economia (PPECO).  O período de inscrições é de 3 a 21 de outubro de 2022. A formação é gratuita.

Os candidatos podem apresentar projetos para duas linhas de pesquisa. Uma delas contempla estudos sobre finanças e ciência de dados, já a outra é dedicada à avaliação econômica de políticas públicas.

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Encontro reúne estudantes, professores e economistas de todo o Estado

 

Professores, estudantes e economistas de todo o Estado lotaram, no sábado, dia 3, o auditório da Aiamu, no Centro Histórico de Porto Alegre, para acompanharem o IV Encontro de Economia, promovido pelo Corecon-RS. O evento, que teve o apoio do Conselho Federal de Economia, reuniu profissionais de diversas áreas para discutirem as perspectivas da economia brasileira, os cenários para os setores da indústria, agricultura, comercio e serviços do RS, economia regional, além de outros temas da atualidade, como inovação e tecnologia e, ainda, o mercado de trabalho para o futuro profissional de Economia.

AberturaCompuseram o palco de abertura o presidente dos Corecons do RS, economista Mário de Lima, e de seu vice-presidente, Aristóteles Galvão, pelos presidentes do Cofecon, Antonio Corrêa de Lacerda, e dos Corecons do Paraná, economista Eduardo André Cosentino, e de Santa Catarina, economista Sílvio José Martins Filho. O presidente do Cofecon falou sobre a importância de a Entidade estar ao lado dessas iniciativas de levar aos estudantes de Economia, e mesmo aos profissionais, a oportunidade de debaterem questões relacionadas ao comportamento das economias regionais, brasileiras e mundiais e convidou a todos para acompanharem o debate que será promovido pelo Cofecon com todos os assessores econômicos dos candidatos à presidência da República. O presidente do Corecon-PR, Eduardo Cosentino, falou da alegria de estar junto com um auditório lotado de estudantes, que vêm pensar e discutir os conceitos de Economia. O economista Sílvio Martins Filho, de Santa Catarina, lembrou que a economia está presente no dia-a-dia de todos e que o economista é o profissional que melhor concentra a capacidade analítica de extrair, projetar e interpretar dados e informações sobre a realidade que nos cerca. O presidente do Corecon-RS, economista Mário de Lima, agradeceu aos presentes, aos painelistas e à equipe de organização do IV Encontro de Economia, falou da importância de os estudantes, desde cedo se aproximarem de seus Conselhos, e fez um convite para aproveitarem a oportunidade da presença de palestrantes e painelistas tão qualificados, para, assim,  buscarmos e debatermos novos conhecimentos". 

Aod3O economista Aod Cunha, membro de conselhos de Administração, comentarista econômico da CNN, proferiu a palestra de abertura, em que apresentou uma análise sobre os cenários, a médio e longo prazos, da capacidade de crescimento do Brasil e as perspectivas para a economia gaúcha neste contexto da economia brasileira.  Disse que a economia global, que vinha de um longo período de crescimento, com taxas médias anuais acima de 4%, e que enfrenta agora uma persistência de inflação elevada, com os EUA e a Europa experimentando um acumulado de 10% anual de inflação, e com tendência significativa de aumento dos juros. E que, neste contexto, o Brasil deverá apresentar este ano uma taxa de crescimento do PIB mais alta do que se esperava há alguns meses, em função da recuperação mais rápida da economia, especialmente do mercado de trabalho e do impulso fiscal, com uma série de medidas de transferência de renda, com queda da inflação provocada pela redução dos preços dos combustíveis e da energia, embora com tendência de manutenção dos juros altos por mais algum tempo. “Independentemente de quem venha a vencer a eleição presidencial, o próximo governo ainda terá um relevante desafio na área fiscal”, afirmou, ressaltando que o próximo ano será de incertezas e bastante desafiador, em função da questão fiscal, já que existe um orçamento previamente definido, que tem que acomodar os gastos adicionais. Lembrou que o mundo está desacelerando e deve enfrentar menor crescimento, com alta de inflação e taxas de juros, que, agravado pela guerra da Ucrânia e pelos novos lockdowns na China, deve provocar um novo fechamento da economia mundial. “O Brasil talvez até tenha mais oportunidades nesse novo contexto internacional, com a realocação de suas cadeias produtivas. Mas isso só poderá ser aproveitado de forma eficiente, se forem feitas reformas, como tributária e administrativa, e melhorar a qualidade da educação”, acrescentou. No que diz respeito à economia gaúcha, o economista afirmou que o Rio Grande do Sul não é uma ilha e que, no longo prazo, muito do seu crescimento está atrelado ao crescimento brasileiro, que, por sua vez, vem apresentando resultados de crescimento muito baixos. “Considerando-se o fator de atração de investimentos, o mercado consumidor local é muito pequeno frente ao das regiões Sudeste e Nordeste, possui uma demografia e geografia desfavoráveis e ainda tem a situação fiscal do setor público a ser resolvida”, disse. Para ele, o estado deve buscar o foco em capital humano e na qualidade de vida de sua população, para ser um centro de exportações de bens e serviços, além de manter a sustentabilidade fiscal do setor público.

Tonetto1Em seguida, fez uso da palavra o presidente do Conselho de Administração do Banrisul, economista Jorge Tonetto, Apresentou dados e gráficos sobre a evolução da Carteira de Crédito do Banrisul nos últimos dois anos, assim como o saldo da carteira e a composição do portfolio, além da concessão dos créditos realizados. “É importante destacar a qualidade do crédito, que vem apresentando redução significativa de inadimplência, especialmente no destinado à pessoa jurídica”.  Sobre o crédito rural, ressaltou  os incentivos destinados à agricultura de baixo carbono, especialmente nos segmentos do uso de energia fotovoltaica e de biodigestores, e destacou a forte atuação na cadeia do agronegócio e sua atuação no fomento ao uso de novas tecnologias, com vistas à viabilização do crescimento sustentável. Falou do crescimento dos usuários e, consequentemente, do número de transações digitais, através do Banrisul Digital, e dos investimentos nas áreas de Inovação e Tecnologia, com o BanriHub e o BanriTech.

Painel1No primeiro Painel, os economistas André Nunes de Nunes, Economista-Chefe da Federação das Indústrias do Estado do RS/Fiergs, Antônio da Luz, Economista-Chefe da Federação da Agricultura do RS/Farsul, Oscar Frank Junior, Economista-Chefe da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre /CDL-PoA, e Patrícia Palermo, Economista-Chefe da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS/Fecomércio-RS, apresentaram uma avaliação sobre a situação atual dos setores da economia gaúcha e as perspectivas para os próximos anos. O painel contou com a mediação da jornalista Marta Sfredo, do jornal Zero Hora e Rádio Gaúcha, que recebeu o título de Jornalista de Economia do Ano, em 2016, pelo Corecon-RS. Antônio da Luz  falou sobre a importância da disponibilidade de crédito para o sucesso do agronegócio e apresentou cenários para o setor gaúcho e brasileiro no contexto mundial. André Nunes apresentou uma análise do impacto da pandemia na indústria brasileira e mundial, que sofreu com a redução das vendas em função dos lockdowns e das dificuldades de acesso aos fornecedores de insumos e matérias-primas. Patrícia Palermo falou sobre a concentração de novos empreendedores no setor de comércio ou serviços e o impacto do seu despreparo que, somado ao ambiente de juros elevados, refletiu-se diretamente no insucesso do novo empreendimento. Oscar Frank Junior abordou o comportamento da carteira de crédito no Rio Grande do Sul e no Brasil, ao longo do primeiro semestre, que, assim como a atividade produtiva do Brasil surpreendeu positivamente. Ao finalizar, questionados pela jornalista Marta Sfredo, os painelistas apresentaram sugestões para a atuação dos novos profissionais de Economia no enfrentamento do mercado de trabalho, como iniciativa, especialização, conhecimento de outro idioma e capacidade de comunicação.

Painel2Outro momento alto do Encontro de Economia foi o segundo painel da manhã, que reuniu o coordenador da TecnoUCS, César Panisson, o superintendente de Inovação da Pucrs e da TecnoPuc, Jorge Audy, o secretário de Inovação de Porto Alegre, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, e o professor e pesquisador da TecnoSinos, Rafael Kunst, para abordarem o tema inovação e tecnologia nos empreendimentos e startups, sob a mediação do conselheiro do Corecon-RS, economista Guilherme Stein. Luiz Carlos Pinto apresentou analogias entre o funcionamento de uma empresa e uma cidade como forma de promover transformações econômicas e sociais. Jorge Audy explicou a forte ligação entre a formação de conhecimento, através da academia, com a educação, a inovação e o processo de desenvolvimento das regiões. César Panisson falou da importância de o economista, através de seu conhecimento, fazer projeções econômicas para subsidiar a tomada de decisão dos gestores. Rafael Kunst falou da importância do conhecimento formal, técnico e acadêmico, como forma de impulsionar as conquistas e os avanços da tecnologia.

Na parte da tarde, ocorreu outro momento muito esperado pelos estudantes e professores, que foi o espaço destinado aos estudantes das faculdades de Economia do RS para apresentarem cases sobre temas econômicos de suas regiões. 

DesafioFahorDesafioUPFDesafioUcs5A conselheira do Corecon-RS, economista Jacqueline Maria Corá, chamou os alunos inscritos para participarem do "Desafio", Lorenzzo Soares Santos e Fernanda Catarino, da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), com o trabalho "O Porto"; Deivid Luan da Silva e Jonatan Raimondi, da Universidade de Caxias do Sul (UCS), com a apresentação "A importância econômica da Serra gaúcha"; Pedro Alexandre da Silva e Tiago Effel Ulmann, da Faculdade de Horizontina (Fahor), com o trabalho "Noroeste RS: uma terra rica e uma economia emergente"; e Vinicius Ferreira Gregorio e Matheus Dalri, da Universidade de Passo Fundo (UPF), com "Diagnóstico Econômico da Região de Passo Fundo e Região da Produção. 

 

 

Painel3Compuseram a o primeiro painel da tarde, que abordou as perspectivas profissionais aos estudantes, contou com as participações do Economista-Chefe do Banco Sicredi-RS, Pedro Lutz Ramos, do economista perito Gustavo Raupp, da economista e especialista em educação financeira, Janile Soares, do professor da UFSM/Palmeira das Missões, Nilson Luiz Costa e do estudante de Economia da FeeVale e diretor-geral adjunto da Previmpa, Fabiano Behlke. A mediação do painel foi da jornalista Patrícia Comunello, do Jornal do Comércio. Janile Soares explicou que saiu da área financeira para empreender em atividades ligadas à educação financeira, voltadas principalmente para as mulheres. Fabiano Behlke falou sobre a importância da atividade do economista na área da economia da saúde, que surge como uma excelente oportunidade para atuação do economista. Gustavo Raupp falou das oportunidades que existem na área da perícia econômico-financeira para atuação do economistas, cujas demandas vêm aumentando significativamente nos últimos anos. Pedro Lutz Ramos falou da importância de aplicar de forma prática os conhecimentos teóricos aprendidos na faculdade em área específica da economia. Nilson Luiz Costa disse que a verdadeira oportunidade surge quando se consegue solucionar um problema alheio e que todas as áreas do conhecimento demandam profissionais de economia.  

Perspectivas econômicas regionais foi o tema do painel seguinte. Participaram o prefeito Municipal de Caxias do Sul, economista Adiló Didomenico, o secretário da Fazenda do RS, economista Leonardo Busatto, o gerente de Planejamento e Desenvolvimento da Portos RS, Fernando Estima, e o presidente do Corecon-RS, Mário de Lima, que mediou o painel. Adiló Didomenico falou das ações adotadas pelo Município, junto com o Sebrae, para fazer frente à estagnação dos serviços vivenciados durante a pandemia, como o programa de fomento de crédito voltado a empresas da região. Fernando Estima falou sobre a estrutura portuária do Rio Grande do Sul e explicou o funcionamento do Porto de Rio Grande, os grandes desafios e a sua importância como alternativa de escoamento da produção gaúcha. O secretário Leonardo Busatto falou da complexidade que envolvem as ações da Secretaria da Fazenda na solução e equacionamento dos complexos problemas das contas públicas e ressaltou a necessidade de os novos profissionais da economia darem mais atenção à atividade no setor público.

Participaram estudantes dos cursos de Economia das universidades UPF, Fahor, UCS, Pucrs, UFSM, Furg, Unipampa, Ufrgs eUnisc. Logo em seguida ao encerramento do último painel, o coordenador da Comissão de Organização do IV Encontro de Economia do RS, economista Clovis Meurer, agradeceu aos presentes e ao Cofecon, Banrisul, Famurs, Guedes Pedrassani Advogados, Informax, Águas Sarandi e Doces Docile, instituições que estiveram ao lado do Corecon-RS e que viabilizaram a realização do evento. Convidou a todos para, em pé, acompanharem o cântico do Hino Rio-Grandense.

 

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PIB brasileiro cresce 1,2% no 2º trimestre de 2022


O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,2% no segundo trimestre de 2022, comparado ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2021, o PIB cresceu 3,2%. No acumulado dos quatro trimestres terminados em junho de 2022, o PIB cresceu 2,6%, comparado aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No ano, o PIB acumula alta de 2,5%.

O maior crescimento foi da Indústria (2,2%), seguida pelos Serviços, que avançaram 1,3%, e a Agropecuária, que expandiu 0,5%.

O crescimento na Indústria se deve aos desempenhos positivos de 3,1% na atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, de 2,7% na Construção, de 2,2% nas Indústrias Extrativas e 1,7% nas Indústrias de Transformação.

Nos Serviços, apresentaram resultados positivos: Outras atividades de serviços (3,3%), Transporte, armazenagem e correio (3,0%), Informação e comunicação (2,9%), Comércio (1,7%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,4%) e Atividades imobiliárias (0,3%). Houve queda em Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,8%).

Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (4,8%) e a Despesa de Consumo das Famílias (2,6%) cresceram em relação ao trimestre imediatamente anterior. Já a Despesa de Consumo do Governo caiu (-0,9%) nessa mesma base de comparação.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 2,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços cresceram 7,6% em relação ao primeiro trimestre de 2022.

PIB cresce 3,2% frente ao 2º trimestre de 2021

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB cresceu 3,2% no segundo trimestre de 2022. O Valor Adicionado a preços básicos teve alta de 3,6% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram 1,6%.

A Agropecuária caiu 2,5% em relação a igual período de 2021. Entre os produtos agrícolas, cujas safras são significativas no segundo trimestre, a soja (-12,0%) e o arroz (-8,5%) apresentaram decréscimo na estimativa de produção anual e perda de produtividade. Já o milho e o café apontaram crescimento em 2022, estimado em 27,0% e 8,6%, respectivamente. Já as estimativas da Pecuária deram uma contribuição positiva ao desempenho da Agropecuária no segundo trimestre, com destaque para os bovinos.

A Indústria cresceu 1,9%, sendo que a atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos foi a que registrou melhor resultado (10,8%). Tal resultado é influenciado, principalmente, pelo desligamento de térmicas.

A Construção apresentou alta de 9,9%, corroborada pelo aumento do número de pessoas ocupadas no setor. A atividade de Indústrias de Transformação apresentou variação positiva de 0,5%, após três trimestres de queda. Esse resultado decorreu preponderantemente pelo avanço na fabricação de coque e derivados do petróleo; couros e calçados, produtos químicos, papel e celulose e bebidas. A atividade de Indústrias Extrativas recuou 4,0%, com as reduções na extração de minérios ferrosos e na extração de petróleo e gás.

O valor adicionado dos Serviços avançou 4,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os melhores resultados se deram em Outras atividades de serviços (13,6%) e Transporte, armazenagem e correio (11,7%). As demais atividades também apresentaram crescimento: Informação e comunicação (4,6%), Comércio (1,3%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,1%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,0%) e Atividades imobiliárias (0,5%).

No segundo trimestre, a Despesa de Consumo das Famílias cresceu 5,3%. O resultado positivo foi influenciado pelo crescimento da massa salarial real, aumento do crédito a pessoas físicas em relação ao segundo trimestre de 2021, além do saque extraordinário do FGTS e antecipação do décimo terceiro salário para aposentados e pensionistas do INSS.

A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 1,5% no segundo trimestre de 2022. Este aumento é justificado, principalmente, pelo crescimento da construção e no desenvolvimento de software. A Despesa de Consumo do Governo cresceu 0,7% ante o segundo trimestre de 2021.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 4,8%, ao passo que a queda das Importações de Bens e Serviços foi de 1,1% no segundo trimestre de 2022. Dentre as exportações de bens, a queda é explicada pelos produtos agropecuários (em especial a soja); extração de petróleo e gás; extração de minerais metálicos; e derivados do petróleo. Por outro lado, as importações caíram principalmente devido à queda nas compras de máquinas e aparelhos elétricos; metalurgia; extração de petróleo e gás; e produtos de metal.

PIB aumenta 2,6% no acumulado em quatro trimestres

O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2022 cresceu 2,6% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Essa taxa resultou da alta de 2,7% do Valor Adicionado a preços básicos e de 2,6% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (-5,5%), Indústria (0,1%) e Serviços (4,3%).

Dentre as atividades industriais, a Construção (10,5%), a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (3,7%) e as Indústrias Extrativas (0,5%) se expandiram. Já as Indústrias da Transformação (-2,9%) sofreram contração.

Nos Serviços, houve resultado positivo para: Outras atividades de serviços (12,3%), Transporte, armazenagem e correio (10,9%), Informação e Comunicação (9,6%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (2,2%) e Atividades imobiliárias (0,7%). Por outro lado, Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,6%) e Comércio (-0,1%) apresentaram variações negativas.

Na análise da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (3,5%) cresceu pelo sexto trimestre consecutivo. A Despesa de Consumo das Famílias e a Despesa de Consumo do Governo subiram 3,4% e 2,5%, respectivamente. Já no setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 2,3%, enquanto as Importações de Bens e Serviços avançaram 2,0%.

Clique AQUI para acessar os dados no Site do IBGE

 

Arrozeiros da fronteira oeste visitam o Corecon-RS


O Corecon-RS recebeu, na última quarta-feira, dia 31, a visita do agropecuarista e produtor rural, economista Gilberto Pilecco, e do presidente da Associação dos Arrozeiros de Alegrete e diretor da Federação dos Arrozeiros do RS (Federarroz), Gustavo Thompson Flores. Na ocasião, os arrozeiros foram recebidos pelo vice-presidente do Corecon-RS, economista Aristóteles Galvão.

O encontro teve como objetivo estreitar as relações entre os produtores de arroz da fronteira oeste do estado e do Conselho de Economia do RS, e firmar parceria para discutir fatores produtivos para o desenvolvimento econômico e social da região.

Para Gilberto Pilecco, o Corecon-RS é um aliado importante para buscarmos um maior desenvolvimento econômico e social do RS. De acordo com o economista  "Os produtores rurais, especialmente os mais jovens, já estão entendendo a indispensável função do economista, e a importância dos dados técnicos para melhor compreensão da realidade para uma boa gestão."

O vice-presidente do Conselho, Aristóteles Galvão, agradeceu a visita e ressaltou que a Entidade estará ao lado do desenvolvimento econômico do RS, "disponibilizando apoio, através dos economistas gaúchos a iniciativas que venham ao encontro do crescimento regional, oriundo dos diversos setores produtivos do nosso Estado". 

 

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