Atenção, Economista! Eleições 2019

Eleições 2019


Conforme Edital de Convocação de Eleições publicado no dia 14 de agosto do corrente ano, no Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Sul D.O.E, o Conselho Regional de Economia 4ª Região/RS, torna público que nos dias 29, 30 e 31 de outubro de 2019 estará realizando as eleições para renovação de terço de membros deste Conselho, sendo 03 (três) Conselheiros Efetivos, 03(três) Conselheiros Suplentes, 01(um) Delegado-Eleitor Efetivo e 01(um) Delegado-Eleitor Suplente, junto ao Colégio eleitoral do COFECON.

Publicação DOE 14/08/2019 - ver publicação

Publicação em jornal de grande circulação - ver publicação

 

Documentos

Colégio Eleitoral Provisório em 01/08/2019

 

Economistas Peritos reúnem-se no Plaza

 

A última edição do Economia em Pauta, realizada na noite do dia 13 de Agosto, Dia do Economista, reuniu os economistas peritos Margareth Bellinazo, Fabiano Almeida Picon e Aristóteles da Rosa Galvão, para discutirem a Perícia econômico-financeira, judicial e extra-judicial. O evento, que lotou a Sala Jacarandá, do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, reuniu estudantes, professores e profissionais da área que atuam na área da perícia no estado do Rio Grande do Sul.

O evento foi aberto pelo presidente do Corecon-RS, economista Rogério Tolfo, que ressaltou as atividades comemorativas ao Mês do Economista, que a Entidade vem promovendo em todo o Estado. Agradeceu a presença do público e dos painelistas e falou da importância do tema como um mercado crescente para atuação dos economistas.

aripericiaO perito econômico-financeiro e conselheiro do Corecon-RS, economista Aristóteles Galvão, apresentou um breve relato sobre a atividade da perícia econômica, que como principal características a análise dos fatos e situações financeiras, como evolução de dívidas, empréstimos de curto e longo prazos, avaliação de empresas, lucros cessantes, danos emergentes, cálculos de liquidação de sentença trabalhista, entre outros. Falou dos programas mais utilizados pelos peritos no desenvolvimento de seu trabalho e de sua preocupação com a constante qualificação e atualização dos peritos no desenvolvimento de suas atividades. “A nossa atividade requer especial atenção ao acompanhamento das novidades do mercado e às evoluções oferecidas pela tecnologia, sob o risco de cairmos no isolamento, tendência natural em decorrência da característica da atividade”, afirmou. Ressaltou a importância da Associação dos Peritos da Justiça do Trabalho (Apejust) como instrumento de atualização profissional e falou de projetos de viabilização de qualificação e treinamento, com a realização de cursos e treinamentos promovidos pela Entidade em parceria com o Corecon-RS, através de suas Associações de Economistas existentes no interior do Estado.

margarethpericiaMargareth Bellinazo, que é perita da área cível e vice-presidente da Apejust, apresentou um retrospecto de sua trajetória profissional. Disse que nos anos 80, quando iniciou suas atividades profissionais na área, muito pouco se falava sobre o economista na perícia. “Nunca, em qualquer momento, na Faculdade de Economia, algum professor falou que o economista podia atuar na Perícia. Até então, se sabia que era uma área de atuação exclusiva dos administradores e dos contadores”, complementou. Explicou que começou a atuar na área por influência de conhecidos que tinha no Judiciário, o que a levou a buscar experiência na área de perícia, atuando ao longo de um ano em escritório de contabilidade. Depois disso, o mercado se ampliou e existiu a necessidade de também proporcionar cursos de treinamento a novos profissionais que atuam até o presente momento no mercado de perícias. Disse que iniciou na perícia trabalhista e federal, mais tarde optando pela perícia federal, estadual, cível, família e fazenda, e, por uma necessidade de demanda, migrou para a análise de processos de avaliação econômica de empresas e de mercado de capitais e perícia bancária, cheque especial, cartão de crédito, financiamento, entre outros. “A verdade é que, pelas necessidades do mercado, os peritos têm de estar permanentemente se atualizando”, afirmou, destacando a importância da participação do profissional em debates, cursos, encontros sobre o tema, especialmente para aqueles que atuam junto ao Poder Judiciário.

fabiano1periciaO economista Fabiano Picon, perito da área trabalhista, falou sobre metodologias e plataformas que vêm sendo utilizadas para o desenvolvimento da perícia na área de sua atuação. Defendeu o uso do programa de planilhas do Excel, ressaltandoa eficiência da plataforma para o aprimoramento da perícia e na contestação de análises e criticou o uso de programas alternativos no mercado, normalmente conhecidos por proporcionarem maior agilidade na elaboração de cálculos e análise dos processos. “É muito importante que o Perito tenha pleno e efetivo conhecimento da sua plataforma, em especial do Excel, para o exercício eficiente e seguro de sua atividade profissional”, concluiu. Finalizou, lembrando que muitos profissionais iniciam como peritos e, com o passar do tempo, passam a optar por uma atuação profissional vinculada a empresas, em função dos honorários mais elevados e de melhor remuneração.

premiopericiaNo final do Encontro, o Corecon-RS, através do conselheiro Aristóteles Galvão, fez uma homenagem à economista Margareth Bellinazo, com a entrega de uma placa “Pela sua importante contribuição ao desenvolvimento do ensino da Perícia Econômica e pela qualificação dos economistas no Estado do Rio Grande do Sul e no Brasil”.

O ex-presidente do Corecon-RS, economista Lauro Renck, e o ex-conselheiro, economista Vladimir da Costa Alves, também prestigiaram, com suas presenças, o Encontro.

Além deste evento, o Corecon-RS está comemorando o Mês do Economista com palestras de conselheiros da Entidade em diversas universidades do interior do Estado, e com a realização do III Encontro de Economia, que acontecerá no dia 24 de agosto próximo, na Unisinos Campus Porto Alegre.

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Prorrogadas as inscrições de trabalhos para o XXV PBE

O Cofecon prorrogou as inscrições dos trabalhos que irão concorrer ao XXV Prêmio Brasil de Economia (PBE) para o dia 16 de agosto próximo.  Com a nova data, os trabalhos entregues de forma presencial nos Corecons deverão ser remetidos ao Cofecon via Sedex até o dia 19 de agosto.

Numa promoção do Cofecon, com o apoio das regionais, o Prêmio tem como objetivo incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes de Economia a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira.

O Prêmio aclamará os melhores trabalhos nas categorias Livro (R$ 8.000,00), Tese de Doutorado (R$ 7.000,00), Dissertação de Mestrado (R$ 5.000,00), Artigo Técnico ou Científico (R$ 3.000,00), Monografia de Graduação (R$ 3.000,00).

Para maiores informações, acesse o site http://www.cofecon.gov.br/pbe/

Tesouro do Estado apresenta Relatório da Dívida Pública na Unijuí

O chefe da Divisão da Dívida Pública do Tesouro, da Secretaria da Fazenda do RS, economista Felipe Rodrigues da Silva, esteve em Ijuí, na última segunda-feira, dia 12, onde, a convite da Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS (Unijuí), apresentou o 10º Relatório Anual da Dívida Pública Estadual. Para um auditório composto por estudantes e professores da Universidade, apresentou os números, acompanhado do coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional, professor Sérgio Luís Allebrandt.

A palestra foi organizada pelo Curso de Ciências Econômicas e pelo Programa de Pós-Graduação, pela passagem do Dia do Economista. Também estiveram presentes a coordenadora do Curso de Ciências Econômicas, professora Stela Maris Enderli, a coordenadora do Pós-Graduação de Finanças e Mercado de Capitais, professora Marlene Dal Ri, a vice-Reitora de Graduação, professora Cristina Eliza Pozzobon e o vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, professor Fernando Jaime Gonzalez. Pelo Corecon-RS, participou a Fiscal da Entidade, economista Inara Betat.

O evento fez parte da parceria do Tesouro com o Corecon-RS, de levar a diversos municípios, através de suas universidades, o relatório sobre a evolução da dívida pública do RS, com o objetivo de proporcionar à sociedade mais transparência sobre o tema.

Corecon-RS na III Semana de Economia da Unipampa

A coordenadora da Comissão de Educação Financeira do Corecon-RS e editora do blog A Economista de Batom, economista Janile Soares, proferiu palestra, na segunda-feira, dia 12, em Santana do Livramento, dentro da III Semana do Economista, promovida pela Universidade Federal do Pampa (Unipampa). Dentro da palestra, intitulada “Finanças na ponta do lápis: como fazer o dinheiro trabalhar para você no dia-a-dia”, abordou temas, como orçamento pessoal e familiar, desindividamento e investimentos, milhas, serviços bancários, como otimizar as compras, entre outros tópicos.

janileunipampaJanile Soares foi recebida na Universidade pelo coordenador do Curso de Ciências Econômicas, professor André Redivo, e pelos professores Mauro Negrão, Lucélia Juliani e Tanise Bussmann.

Dia do Economista: Perícias econômico financeira, judicial e extra-judicial é tema de debate no Plaza

Perícias econômico financeira, judicial e extra-judicial será o tema da próxima edição do Economia em Pauta, que acontece, nesta terça-feira, dia 13 de agostoDia do Economista -, às 18h30min, no Hotel Plaza São Rafael (Av. Alberto Bins, 514). 

Numa promoção do Corecon-RS, o evento, que está inserido dentro das festividades do Mês do Economista, contará com as participações dos economistas peritos Margareth Bellinazo (Perita na área cível), Fabiano de Almeida Picon (Perito na área trabalhista) e Aristóteles da Rosa Galvão (conselheiro do Corecon-RS e perito econômico-financeiro).

A entrada é gratuita e será fornecido um certificado de 2 horas complementares aos estudantes que participarem do evento. 

Informações e reservas, pelo fone (51) 3254.2608 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Além deste evento, o Corecon-RS está comemorando o Mês do Economista com palestras de conselheiros da Entidade em diversas universidades do interior do Estado, e com a realização do III Encontro de Economia, que acontecerá no dia 24 de agosto próximo, na Unisinos Campus Porto Alegre.

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Nota do Cofecon – Diretrizes para uma estratégia de crescimento inclusivo


Com perspectivas incertas para a economia brasileira, no curto e longo prazos, precisamos buscar uma agenda mínima para a política econômica que possa ter o apoio mais amplo possível das diversas correntes do pensamento econômico. Entendemos que o receituário que tem prevalecido na política econômica do país, nos últimos anos, é o principal causador da retração econômica em 2015/2016 e do crescimento pífio, levando até à retração da renda per capita, a partir de então. Não é aceitável continuar a insistir em cortes de gastos públicos, tanto em custeio quanto em investimentos, como forma de recuperar a confiança e, assim, o crescimento econômico, com o agravante de que a grande maioria dos cortes propostos serem em investimentos públicos e transferências, previdenciárias e outras, para os mais pobres, aumentando as desigualdades.

Contestamos a rejeição de alguns economistas a qualquer restrição ao funcionamento dos mercados, com a alegação de que, entre os agentes do Estado responsáveis, tanto os políticos quanto os técnicos, sempre prevalecerão seus interesses pessoais, mais ligados ao enriquecimento e progresso na carreira, em detrimento dos interesses da população em geral. Além disso, argumentam que mesmo um planejador benevolente não alcançaria resultados melhores que o livre mercado, qual seja, produzir os bens e serviços nas quantidades e qualidades preferidas pelos consumidores. Segundo eles, seria apenas controlar as chamadas falhas do mercado que o sistema econômico funcionaria da melhor maneira.

Entretanto, esse controle seria feito por agentes externos ao mercado, o que recairia no problema de desvio de interesses. Além disso, o livre mercado não fornece soluções para todos os nossos desafios de médio e longo prazos, como os de reduzir as desigualdades e distribuir oportunidades. Para tanto, esses economistas mais liberais eventualmente aceitam políticas horizontais, como investimentos em educação, embora priorizem, obstinadamente, o equilíbrio orçamentário de curto prazo. Por mais que insistam nas vantagens desse receituário, os casos concretos, no Brasil e no mundo, indicam não ser suficiente. Vale citar as dificuldades econômicas da Argentina nas últimas décadas, possivelmente maiores que as do Brasil, mesmo com níveis educacionais da população muito melhores. Entre as regiões do Brasil, a quantidade e qualidade de engenheiros e técnicos formados no Nordeste seriam o bastante para propiciar níveis de industrialização comparáveis aos do Centro-Sul.

Conclamamos os economistas, de todas as abordagens, a elaborar um programa mínimo para tirar o País desta letargia. Algo na linha do que os EUA, grande nação liberal, fizeram em reação à crise financeira de 2008, ao lado das outras nações economicamente avançadas da Europa - política fiscal anticíclica. O descontrole dos gastos públicos pode levar ao descontrole da dívida pública, eventualmente incentivando fugas de capitais, que podem pressionar inflação e serem um fator recessivo. Contudo, o “austericídio” não está resolvendo, nem esperamos que resolva. Elevação dos investimentos em infraestrutura, mas com mecanismos de controle da dívida pública, algo como tetos para períodos futuros, anunciados e rigorosamente observados, aumento das operações de crédito dos bancos públicos e políticas que favoreçam reduções das taxas de juros cobradas das empresas e dos consumidores é a nossa proposta para o curto prazo.

Com isso, demanda adicional seria gerada do aumento de gastos públicos, elevando a produção e, assim, a arrecadação, parte da qual poderia ser direcionada para reduzir a dívida pública. Ao lado dessa estratégia de curto prazo, um projeto de país que melhore a qualidade de vida de todos precisa ser estabelecido. Uma estratégia seria algo como dois polos de desenvolvimento complementares, que poderíamos chamar de economia da complexidade e economia das comunidades.

O primeiro seria o desenvolvimento de atividades econômicas de alta complexidade produtiva e grande potencial de mercado, podendo gerar bens e serviços finais ou participar de cadeias globais de valor. Neste polo, propõe-se uma ação do Estado também na linha da grande nação liberal e de outras desenvolvidas da Europa, qual seja, a promoção e o apoio à ciência, tecnologia e inovação, complementada por algumas políticas de incentivo e proteção setorial. Sem maiores preocupações com as doutrinas de livre mercado, os países desenvolvidos há muito mantêm gastos públicos com projetos de pesquisa, em universidades e agências públicas, que geram inúmeras aplicações econômicas, além de proteção a setores, como o agropecuário, por exemplo. Com isso, seriam geradas, massivamente, ocupações de alta produtividade, que alcançariam altas remunerações e seriam transmitidas, pela concorrência no mercado de trabalho, a setores menos complexos.

Política anticíclica e de desenvolvimento de complexidade produtiva ainda não seria suficiente. Poderia tornar-nos uma economia como a indiana, com ilhas de excelência num mar de miséria. É preciso incentivar setores que gerem muito emprego de menor qualificação, como construção e comércio, e promover o segundo polo de desenvolvimento, a economia das comunidades, para absorver o grande contingente de trabalhadores desempregados, desalentados e com ocupações precárias. Seria estimular e apoiar a disseminação de atividades produtivas em comunidades rurais e nas periferias urbanas, que possam ser realizadas pelos seus membros e tenham mercado, interno ou externo. Incentivos fiscais e creditícios, ao lado de assistência técnica, poderiam propiciar geração de renda nessas comunidades, com gradual redução da dependência de transferências assistenciais, como o programa Bolsa Família.

A integração econômica é fundamental para aumentar a competitividade e abrir novos mercados, desde que, tanto privilegie setores de maior valor agregado e inovação tecnológica, quanto contribua para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

Conselho Federal de Economia

Economista fala na Unipampa, em Santana do Livramento

A coordenadora da Comissão de Educação Financeira do Corecon-RS e editora do blog A Economista de Batom, economista Janile Soares, estará em Santana do Livramento, no dia 12 de agosto. A convite da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), falará, às 18h50min, sobre práticas de finanças pessoais, como orçamento pessoal e familiar, desendividamento e investimentos, milhas, serviços bancários, como otimizar as compras. O título da palestra é “Finanças na ponta do lápis – como fazer o dinheiro trabalhar para você no dia-a-dia”.

Economistas debatem em evento do Tesouro


Os economistas Gustavo Inácio de Moraes (Doutor em Economia e professor da PUCRS) e Fernando Lara (Doutor em Economia e professor da Unisinos) participarão, nesta terça-feira, dia 6 de agosto, às 14 horas, do Bate Papo de Finanças, promovido pelo Tesouro do Estado, sobre “Moderna Teoria Monetária e seus reflexos sobre os estados”. O evento acontece no Auditório do Sindifisco (Rua Uruguai, 277, 13 andar).

 

UCS promove Concerto pelos 60 Anos do Curso de Economia

A Universidade de Caxias do Sul (UCS) está promovendo, nesta quinta-feira, dia 8, às 20h30min, no Teatro da UCS, o concerto One Love, comemorativo aos 60 Anos do Curso de Economia da UCS, com a participação da Orquestra Sinfônica da UCS e Instituto Religare.

O evento contará com a participação do solista Mirac Ozkir (Ney), sob a regência do maestro Manfredo Schimiedt, e com a presença do Coro Porto Alegre.

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